Infarto

Tratamento

Para diagnosticar o infarto, o serviço de saúde usa os sintomas apresentados pelo paciente, além dos fatores de risco de caso, e avalia os resultados de exames como eletrocardiogram, ecocardiograma e angiografia coronariana.

Saiba mais sobre os exames:

Tratamento

O tratamento vai depender da gravidade do infarto. Após o ocorrido, os médicos vão agir para diminuir a lesão e evitar que o doente apresente complicações. Em geral, o atendimento é feito no pronto-socorro e as primeiras ações da equipe médica são: - Conectar um monitor cardíaco ao paciente, para verificar a frequência dos batimentos cardíacos.

- Oferecer oxigênio ao paciente, para que o coração não faça muito esforço após o infarto.

- Para diminuir as dores no peito, a pessoa receberá medicamentos que ajudam na redução deste sintoma.

Dependendo da gravidade do infarto, o paciente passa pela angioplastia ou cirurgia de revascularização do miocárdio, que tem como objetivo direcionar as artérias a restaurar o fluxo do coração.

Depois deste atendimento, deverá fazer uso de medicamentos que evitam um novo infarto. A medicação é indicada de acordo com cada caso e receitada pelo médico.

Doenças associadas

Hipertensão, colesterol elevado e diabetes são grandes fatores de risco para o infarto. Por isso, não devem ser olhados como um fim em si mesmas, mas como partes de uma doença muito maior e irreversível. Além disso, depois de um infarto agudo do miocárdio, o paciente pode desenvolver a Arritmia Cardíaca ou parada cardiorrespiratória. Saiba mais sobre elas:

Arritmia Cardíaca: é uma alteração no batimento do coração. Se ele bater muito rápido, é chamado de taquicardia. Se for muito lento, é bradicardia. Geralmente, as arritmias ocorrem após as primeiras 24 horas do infarto. Com isso, é ideal que depois o ataque cardíaco, o paciente fique 72 horas sob os cuidados médicos.

Parada cardiorrespiratória: o coração deixa de funcionar e é necessário que façam uma massagem cardíaca para que volte a bater.