Instituto Lado a Lado foi expositor em evento sobre o câncer

Instituto Lado a Lado foi expositor em evento sobre o câncer

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que por ano, o Brasil registra 577 mil novos casos de câncer. Com a intenção de reverter esse quadro, o I Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, organizado pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrele), reuniu cerca de mil participantes, entre médicos, políticos e profissionais da saúde, que discutiram a necessidade de novas leis a favor do fortalecimento das instituições que trabalham em apoio às pessoas portadoras da doença.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que por ano, o Brasil registra 577 mil novos casos de câncer. Com a intenção de reverter esse quadro, o I Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, organizado pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrele), reuniu cerca de mil participantes, entre médicos, políticos e profissionais da saúde, que discutiram a necessidade de novas leis a favor do fortalecimento das instituições que trabalham em apoio às pessoas portadoras da doença.

Durante os dois dias de evento, as plenárias foram dividas em painéis que ofereciam aos participantes, debates e importantes informações e alertas sobre a doença. Em um deles foi abordado o papel do acompanhamento de especialistas multidisciplinares. Esse tipo de atendimento é fundamental no tratamento do câncer. Isso porque é importante manter a qualidade de vida e o equilíbrio alimentar, psicológico. Em alguns casos, fisioterapeutas, e fonoaudiólogos ajudam no processo de recuperação do paciente.

Na prevenção dos diversos tipos de câncer, o painel que teve os oncologistas Fernando Maluf e Antonio Carlos Buzaid como palestrantes destacou a importância da alimentação na prevenção da doença. Bolachas, salgadinhos e refrigerantes são alimentos ultraprocessados, com muitos aditivos, mais açúcar, e menos proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Eles aumentam a taxa de obesidade, têm menos fibras e contribuem para o aparecimento do câncer.

Lei dos 60 dias

A lei nº 12.732, conhecida como lei dos 60 dias, que obriga o Sistema Único de Saúde a iniciar o tratamento em pacientes diagnosticados com câncer foi tema de um painel de intenso debate, pois os participantes questionaram sobre a eficácia da lei.

Presente como palestrante, Celeste de Souza Rodrigues, do Sistema de Informações do Câncer, destacou que 60% dos pacientes diagnosticados com câncer iniciam o tratamento dentro do prazo estabelecido pela lei. Ainda sobre esse tema, a Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, FEMAMA, falou sobre a burocracia do sistema do SUS em liberar o acesso ao tratamento para o paciente. "Muitas vezes o funcionário não sabe preencher o formulário do sistema, que sempre muda. Isso atrasa e atrapalha o andamento do processo. Falta recurso e mão de obra qualificada, para que esta lei funcione", comenta a mastologista.

Participação do Instituto

O Instituto Lado a Lado pela Vida foi um dos expositores do evento. Na ocasião, apresentou aos participantes do evento as campanhas e ações realizadas, como o Setembro Vermelho, Vencer com Autoestima e Novembro Azul.

O Congresso tem como objetivo produzir um documento que será entregue ao Ministério da Saúde e a outros órgãos do Governo, com recomendações do grupo sobre o que precisa ser ajustado na saúde, de modo que possa ampliar os benefícios e a eficácia da rede oncológica.

Durante os dois dias de evento, as plenárias foram dividas em painéis que ofereciam aos participantes, debates e importantes informações e alertas sobre a doença. Em um deles foi abordado o papel do acompanhamento de especialistas multidisciplinares. Esse tipo de atendimento é fundamental no tratamento do câncer. Isso porque é importante manter a qualidade de vida e o equilíbrio alimentar, psicológico. Em alguns casos, fisioterapeutas, e fonoaudiólogos ajudam no processo de recuperação do paciente.

Na prevenção dos diversos tipos de câncer, o painel que teve os oncologistas Fernando Maluf e Antonio Carlos Buzaid como palestrantes destacou a importância da alimentação na prevenção da doença. Bolachas, salgadinhos e refrigerantes são alimentos ultraprocessados, com muitos aditivos, mais açúcar, e menos proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Eles aumentam a taxa de obesidade, têm menos fibras e contribuem para o aparecimento do câncer.