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“Câncer por HPV: o Brasil pode ficar sem” é a nova campanha do Instituto Lado a Lado pela Vida

O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é vírus causador de diversos tipos de câncer, com destaque para o de colo do útero, que anualmente é diagnosticado em mais de 17 mil mulheres e mata mais de 9 mil no Brasil. A campanha destaca a mensagem de que a tão desejada vacina contra o câncer não só já existe, como está disponível gratuitamente na rede pública, para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.

Como parte desta nova campanha, o LAL realiza no dia 9 de dezembro, o “1º Seminário Câncer por HPV: o Brasil pode ficar sem”, que será online, com a participação de especialistas do Brasil e do exterior, entre eles: Juarez Cunha, presidente da SBIm; Renato Kfouri, vice-presidente da SBP São Paulo e diretor da SBIm; Patricia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta; e François Uwinkindi, médico epidemiologista, que atuou na coordenação do bem-sucedido programa de imunização de meninas em Ruanda, na África.

Cristo Redentor reforça o chamado para as famílias vacinarem os adolescentes

No dia 10 de dezembro, o Instituto LAL ainda promove, em parceria com o Santuário Cristo Redentor, a iluminação do monumento, no Rio de Janeiro (RJ), para marcar o início das ações e divulgar a sua proposta de criação do Dia Nacional de Luta Contra o HPV.

“Com essa iniciativa, buscamos alertar os adolescentes até 14 anos, público-alvo para a vacinação contra o HPV, e seus familiares sobre a necessidade da imunização para que possamos reduzir drasticamente a incidência do câncer de colo de útero no Brasil. A ampla cobertura vacinal é fundamental para mudar o cenário da doença no país”, destaca Marlene Oliveira, presidente do LAL e idealizadora da campanha.

“A população sempre esteve ávida pela descoberta de uma vacina contra o câncer e não se atenta que já existe uma para vários tipos de tumor e, além de tudo, é oferecida gratuitamente pelo nosso PNI (Programa Nacional de Imunização). A vacina do HPV é capaz de proteger contra várias doenças causadas pelo vírus, como verrugas genitais, câncer de vulva e vagina nas mulheres, de pênis nos homens e, em ambos os sexos, tumores no ânus, orofaringe e boca”, completa Marlene.

A campanha pretende engajar os pais e responsáveis e esclarecer que a vacina precisa ser aplicada na idade indicada, de 9 a 14 anos nas meninas e 11 a 14 anos nos meninos, pois os jovens não devem ter tido ainda contato sexual, para garantir a proteção contra o câncer quando forem adultos.

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