compartilhar

< Voltar

Câncer de cabeça e pescoço

cancer

O que é?

O câncer de cabeça e pescoço tem origem nas células dos tecidos que revestem as mucosas* úmidas do corpo, como garganta, laringe, faringe, boca, nariz, seios da face e ao redor dos olhos. Esses tumores estão classificados conforme a área em que se iniciam e dizem respeito aos órgãos a seguir:

  • Cavidade oral (boca): inclui os lábios, dois terços da língua, gengivas, revestimento interior das bochechas e lábios, piso da boca sob a língua, palato duro e área da gengiva atrás dos dentes do siso.
  • Faringe: comunica o nariz e a boca com a laringe e o esôfago. É um canal comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório. É composto de 3 partes:

    1. Nasofaringe: é a parte superior da faringe, localizada atrás do nariz.
    2. Orofaringe: constitui a parte média da faringe, inclui o palato mole (parte de trás da boca), a base da língua e as amígdalas.
    3. Hipofaringe: representa a parte inferior da faringe.
  • Laringe: também conhecida como caixa de voz é uma via de passagem curta formada por cartilagem e localizada na garganta logo abaixo da faringe. A laringe contém as cordas vocais. Ela também contém a epiglote, uma espécie de lâmina que se move para fechar a ligação da laringe com a glote durante a ingestão de alimentos, impedindo a comunicação do aparelho respiratório com o aparelho digestivo.
  • Seios paranasais e cavidade nasal: os seios paranasais são espaços pequenos localizados nos ossos da cabeça em torno do nariz. A cavidade nasal é o espaço oco no interior do nariz.
  • Glândulas salivares: as glândulas maiores estão localizadas na boca próximas do osso maxilar. As glândulas salivares são responsáveis pela produção da saliva.

Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), seis em cada dez pacientes com câncer de cabeça e pescoço atendidos pelo Icesp já foram diagnosticados em estágio avançado da doença, o que significa chances de cura entorno de 40%. Já a probabilidade de cura para tumores precoces pode chegar a 90%.

Outro levantamento realizado pelo mesmo instituto aponta que 75% dos casos de câncer de cabeça e pescoço atingem o público masculino acima de 50 anos de idade, sendo que os tumores malignos de cabeça e pescoço representam 3% de todos os tipos de câncer.

O tipo mais comum é o carcinoma epidermoide, que se origina nas células que recobrem a mucosa de toda a região da cabeça e do pescoço. Há também os carcinomas adenóide cístico e carcinoma mucaepidermoide que causam a maioria dos tumores das glândulas salivares. E 5% incluem tipos raros, como sarcomas, linfomas e adenocarcinomas. Os cânceres são tratados de acordo com a localização do tumor.

*A mucosa é um tecido orgânico de consistência mole que recobre a parede interna de certos órgãos, assim como a de diversas cavidades naturais externas do corpo humano, como narinas e orelhas. As mucosas liberam geralmente uma substância viscosa, o muco, que as torna ligeiramente úmidas e serve como barreira protetora contra diferentes organismos que podem causar doença, como por exemplo: bactérias, fungos, protozoários e vírus.

Sintomas

Em sua fase inicial, o câncer de cabeça e pescoço pode não apresentar sintomas, mas à medida em que o tumor evolui, alguns sinais podem ser observados:

  • Lesões (feridas) na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, que podem apresentar sangramentos e estejam crescendo.
  • Manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas.
  • Nódulos (caroços) no pescoço.
  • Dor de garganta principalmente durante a ingestão de alimentos.
  • Rouquidão persistente, alteração na voz, dificuldade para engolir, engasgos frequentes ou sensação de “caroço” na garganta.
  • Massa indolor.
  • Cansaço, diminuição do apetite, palidez ou perda de peso.
  • Febre, falta de ar, tosse, dor óssea ou fraturas (em casos de metástase).
  • Dentes frouxos (moles).

Nos casos mais avançados da doença, os sintomas mais comuns são:

  • Dificuldade de mastigação e de engolir.
  • Comprometimento da fala.
  • Sensação de que há algo preso na garganta.
  • Problemas para movimentar a língua.

Atenção: fique atento a esses sinais e alterações na coloração ou aspecto da sua boca. No caso de anormalidades, procure um médico.

Fatores de risco

Ter um fator de risco ou mesmo vários, não significa que você vai desenvolver a doença. Muitas pessoas afetadas pelo câncer de cabeça e pescoço podem não estar sujeitas a nenhum fator de risco conhecido.

É importante lembrar que as regiões de mucosas úmidas estão em contato frequente com diversas substâncias que podem provocar alterações celulares e, dessa maneira, causar o câncer. Vamos conhecer os principais fatores de risco:

  • Fumo (tabagismo) e consumo de álcool: principais fatores de risco para esse tipo de câncer. Quanto mais prolongado e intenso for o uso do álcool e do fumo (incluindo cigarro, cigarrilha, charuto, narguilé ou cachimbo), maior o risco de desenvolvimento esse tipo de tumor.
  • Higiene bucal: a má higiene bucal e ausência de dentes podem ser fatores de risco para o câncer de boca. O uso de antisséptico bucal com alto teor de álcool é um fator de risco para a doença.
  • Depressão imunológica: pacientes que se submeteram a transplantes de órgãos e tomam medicamentos imunossupressores para evitar a rejeição, assim como pessoas com HIV e outros tipos de doenças com deficiência imunológica são mais propensos a ter a doença.
  • Alimentos salgados e conservas: O consumo de determinados alimentos em conservas ou salgados durante a infância é um fator de risco para câncer de nasofaringe. Alguns estudos mostram que uma dieta rica em carne, principalmente defumada e salgada podem aumentar o risco da doença.
  • Infecções do vírus de Epstein-Barr (EBV): pode causar uma doença chamada mononucleose infecciosa, uma manifestação do vírus transmitida por contato com outras salivas, sendo assim, podendo, portanto, ser transmitida pelo beijo. Em sua forma aguda, pode causar febre, dor de garganta, mal-estar e fadiga. É fator de risco para o desenvolvimento de carcinomas da nasofaringe, além de outros tipos de tumores como linfomas. Pessoas com ascendência asiática, principalmente chinesa, tem um fator de risco aumentado para o câncer de nasofaringe.
  • Contaminações pelo vírus do papiloma humano (HPV): O HPV é um vírus transmitido principalmente pelas relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, no pênis, no ânus, vulva, colo de útero, cavidade oral e orofaringe. Em alguns casos, essa lesão pode estar presente também na pele, nas cordas vocais (laringe) e no esôfago. Há vários tipos de HPV, sendo que somente os de alto risco podem causar câncer. Na cabeça e pescoço o subtipo HPV16 é o mais frequentemente encontrado e pode estar associado principalmente ao câncer na orofaringe (garganta), em especial aos tumores da amígdala.
  • Lesões pré-malignas: há dois tipos de mais frequentes, as lesões de cor branca que surgem nas mucosas dos lábios, da língua ou das pregas vocais, chamadas de leucoplasias. Em 20% dos casos, elas estão associadas a transformações malignas do tumor. O outro tipo de lesão é chamado de eritroplastas, e é caracterizado por feridas avermelhadas que, em 80% dos casos caracterizam tumores malignos.
  • Exposição ocupacional: ocorre principalmente durante o trabalho e contato direto com poeira de madeira e têxteis, pó de níquel, colas, formaldeído, agrotóxicos, amianto, sílica, benzeno, produtos radioativos, dentre outros.
  • Bebidas quentes: o consumo diário e prolongado de bebidas tradicionalmente servidas em temperaturas muito alta (como o mate) aumentam o risco de câncer de boca e orofaringe – assim como o câncer de esôfago.
  • Exposição excessiva ao sol: é a grande responsável pelo aparecimento do câncer de lábio e da pele na região da cabeça e pescoço.

Prevenção

Algumas medidas são recomendadas como formas principais de prevenção ao câncer de cabeça e pescoço como evitar o consumo de bebidas alcoólicas e não praticar o tabagismo (parar de fumar). É aconselhável estar atento a alguns sinais do corpo como dor de garganta persistente, dificuldades para engolir e rouquidão. 

Manter uma alimentação rica em frutas e verduras, conservar boa higiene bucal e usar preservativo (camisinha) na prática do sexo oral, também são fatores que contribuem para a prevenção da doença.

Como ainda não existem exames de rastreamento e grandes campanhas de divulgação em massa para o diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço, cerca de 60% a 70% dos pacientes que procuram cuidados médicos já chegam com tumores em fase avançada.

Importante: nas áreas de fácil observação, como pescoço e cabeça, verifique o surgimento de caroços, feridas ou inchaço. Na boca, veja se existem feridas que não cicatrizam. Caso seja necessário, use um espelho ou peça ajuda para outra pessoa. Ao notar qualquer alteração, agende uma consulta com um médico.

Diagnóstico

Alguns sinais e sintomas podem sugerir que uma pessoa tenha câncer de cabeça e pescoço, mas será necessária a realização de exames e biópsias para confirmar o diagnóstico.

O diagnóstico inicial permite tratamento com melhor resultado funcional, visto que tumores diagnosticados em estágios mais avançados vão implicar em tratamentos mais agressivos com maior chance de sequelas.

O primeiro passo para o diagnóstico da doença é a avaliação do histórico clínico e familiar completo do paciente, além de um exame físico para avaliar possíveis sintomas de câncer ou outras lesões.

Para a detecção de outros tipos de lesões, também é realizada a observação direta da abertura da boca, onde o câncer de mucosa aparece de modo mais frequente. Nesse momento, o médico usa um abaixador de língua e uma lanterna.

Nos tumores de laringe, hipofaringe e nasofaringe, usa-se um nasofibrolaringoscópio, aparelho que dispõe de uma fibra óptica dotada de uma luz intensa na extremidade para permitir a visualização da cavidade nasal.

Além desses métodos, para a obtenção do diagnóstico o médico pode pedir outros exames de imagem e de laboratório, como:

  • Ultrassonografia: identifica a presença de nódulos na cabeça ou no pescoço. Também pode-se detectar a localização, e em alguns casos, o tamanho do caroço. Durante os check-ups anuais ocorrem diagnósticos acidentais por meio de ultrassonografias de rotina, o que leva ao diagnóstico precoce de alguns tumores.
  • Radiografia panorâmica de mandíbula: com ela, é possível avaliar a condição óssea da região. É mais utilizada em casos de câncer na boca que, algumas vezes, é descoberto por consultas aos dentistas.
  • Tomografia computadorizada: utilizada para diagnosticar diversos tipos de câncer. O exame é não invasivo combina equipamentos de raio-x com computadores programados para produzir imagens do pescoço ou cabeça. Nele, é possível ter uma visão detalhada e multidimensional da área afetada. Pode ser usada para avaliar a extensão do tumor e confirmar a presença de metástase.
  • Ressonância nuclear magnética: utiliza um campo magnético de forte intensidade, pulsos de radiofrequência e um computador para produzir imagens detalhadas dos órgãos internos. Pode ser indicado como diagnóstico complementar, pois permite detectar anormalidades dos tecidos de forma mais eficiente do que outros exames de imagens.
  • PET- CT: a tomografia por emissão de pósitron (PET-CT) avalia o metabolismo dos órgãos por meio de aparelhos sincronizados com tomógrafos computadorizados, que permitem combinar as imagens metabólicas com as anatômicas. É utilizado para detectar tumores e se há metástases. Sendo assim, administra-se um material radioativo (radiofármaco ou radiotraçador) pelas veias até a área a ser examinada. Uma injeção intravenosa de glicose com radioativo se distribui pelo corpo e se concentra em maiores quantidades nos tecidos tumorais, fazendo com que o médico identifique as áreas com lesões.

Confirmada a lesão, realiza-se a biópsia. O material é enviado para exame microscópio.

Tratamento

O tratamento do câncer de cabeça e pescoço dependerá de vários fatores e poderá ser definido pelo nível de estadiamento da doença. O estadiamento (taxa de crescimento e a extensão da doença) também está relacionado ao tipo de tumor e sua relação com o organismo. Após o diagnóstico, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento que podem estar relacionadas aos seguintes elementos:

  1. Local da doença (laringe, boca, tireoide, glândulas salivares, faringe, seios paranasais, cavidade ocular).
  2. Extensão da doença (tamanho das regiões afetadas, se há linfonodos [ínguas] comprometidas no pescoço e metástases à distância).
  3. Tipo histológico do tumor (estudo do tecido).
  4. Idade e saúde geral do paciente (incluindo doenças pré-existentes, estado nutricional, entre outros).

Os principais métodos de tratamento para o câncer de cabeça e pescoço são:

  • Cirurgia: é a retirada do tumor e que deve ser feita por cirurgião experiente. É o tratamento mais usado para tratar estes tumores. Pode ser realizada de forma convencional, a laser ou robótica. A cirurgia consiste na retirada do tumor com margem de segurança (incluindo tecidos sadios ao redor), frequentemente a retirada de gânglios linfáticos do pescoço (o esvaziamento cervical) e, sempre que necessário, um procedimento de reconstrução.
  • Radioterapia: é o tratamento no local do tumor com radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que causam o tumor. Pode ser feita como tratamento definitivo (usada sozinha ou junto a quimioterapia) ou após a cirurgia. As principais técnicas usam radioterapia conformacional por acelerador linear 3D ou radioterapia por intensidade modulada (IMRT).
  • Quimioterapia: é um tratamento sistêmico e que utiliza como principal medicação a cisplatina que é administrada na veia do paciente. Geralmente usada junto a radioterapia no caso das doenças avançadas no local do tumor – após a cirurgia ou nos casos de tumor irressecável (que se espalharam ou estão em locais de difícil acesso para serem completamente retirados por via cirúrgica). Nos casos da doença recidivada (que volta após o tratamento inicial) é usada para controle da doença e para aumentar a sobrevida do paciente. Além da quimioterapia tradicional, novas drogas foram inseridas no tratamento do câncer de cabeça e pescoço nos últimos anos:
  • Drogas alvo: bloqueia o fator de crescimento epitelial e pode ser       aplicado quando os pacientes não podem usar a cisplatina junto a radioterapia ou na doença metastática (multiplicação do tumor).
  • Imunoterapia: tratamento que estimula o próprio sistema imunológico do paciente com componentes feitos em laboratório como proteínas do sistema imune.

Cuidados complementares

É muito importante que no tratamento dos pacientes de câncer de cabeça e pescoço estejam envolvidos profissionais de várias especialidades médicas para a obtenção de melhores resultados, maior suporte e melhor reabilitação. Entre essas especialidades médicas estão incluídas:

  1. Cirurgião
  2. Radioterapeuta
  3. Oncologista
  4. Dentista
  5. Fonoaudiólogo
  6. Fisioterapeuta
  7. Enfermeiro
  8. Assistente Social
  9. Nutricionista
  10.  Clínica de dor
  11.  Cirurgião Plástico
  12.  Radiologista
  13.  Patologista

Perguntas frequentes

Quais são os sinais e sintomas do câncer de boca e garganta?

Ferida na boca sem cicatrização (sintoma mais comum); dor na boca que não passa; nódulo persistente; espessamento nas bochechas; área avermelhada ou esbranquiçada nas gengivas, língua, amídala ou revestimento da boca; irritação, dor na garganta ou sensação de que alguma coisa está presa ou entalada; dificuldade ou dor para mastigar ou engolir; dentes que ficam frouxos ou moles na gengiva; dor em torno dos dentes ou mandíbula; mudanças persistentes na voz ou respiração ruidosa; caroços no pescoço; perda de peso e mau hálito persistente.

Caso esteja com um dos sintomas acima de câncer de cabeça e pescoço há mais de três semanas, o que devo fazer?

Se você tem um sintoma que sugira o diagnóstico de câncer de cabeça e pescoço há mais de três semanas, uma avaliação clínica é essencial para iniciar um plano de diagnóstico. Você pode procurar especificamente um otorrinolaringologista (médico que trata de doenças do ouvido, nariz e garganta), especialmente alguém com experiência no diagnóstico e tratamento de câncer, ou um cirurgião de cabeça e pescoço para diagnosticar a doença e aconselhá-lo sobre o que fazer logo em seguida. Em resumo, você deve procurar um profissional de saúde capacitado para ser avaliado e encaminhado para biópsia se ele julgar necessário.

Como prevenir o câncer de cabeça e pescoço?

Para prevenir, é preciso escovar os dentes de forma adequada, não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma dieta à base de alimentos ricos em betacaroteno (como cenoura, abóbora, espinafre, couve e batata-doce).

Posso comer de tudo durante o tratamento?

O seu médico orientará a melhor dieta para você, sendo que a maioria dos pacientes necessitará também de uma avaliação e acompanhamento com o nutricionista. Adote uma dieta saudável e fuja de dietas da moda (low-carb, cetogênica, entre outras). Não há nenhuma evidência em estudos científicos sérios do benefício destas dietas.

Como ter uma vida saudável após a doença?

Após a cirurgia e os diversos tipos de tratamento, se faz necessário acompanhamento médico frequente, com exames periódicos de boca, garganta e pescoço.

As crianças e adolescentes podem desenvolver algum tipo de câncer de cabeça e pescoço?

Sim. Geralmente, as crianças que desenvolvem esse tipo de câncer apresentam doenças congênitas. Podem apresentar, raramente, nódulos de origem maligna. Em adolescentes, ocorrem manifestações doenças congênitas tardiamente, principalmente nos meninos, quando apresentam sangramento nasal decorrente de tumores.

Todo nódulo no pescoço pode ser câncer?

Não necessariamente. Mas todo caroço persistente pode ser câncer. Por isso, é importante observá-lo e, se ele não desaparecer em até três semanas, continuar endurecido ou crescer de forma lenta e progressiva, procure um especialista.

Nunca fumei e fui diagnosticado com câncer de boca. Por que isso aconteceu?

O tabagismo é um fator de risco para o câncer na boca, mas não é o único. Esse tipo de câncer também pode ocorrer em pessoas que nunca fumaram ou beberam. Nesses casos, o tumor pode surgir devido à falta de higiene, próteses dentárias e infecção oral pelo papilomavírus humano (HPV).

Fumar durante o tratamento piora o resultado e diminui minhas chances de cura?

Sim. Além de causar câncer, fumar pode piorar o resultado – diminuindo o efeito da radioterapia e aumentando a chance de recidiva (ou seja, aumentando a chance da doença voltar).

Sexo oral pode causar câncer na boca?

Sim. A prática de sexo oral sem proteção pode causar infecção oral pelo papilomavírus humano (HPV), causando câncer de faringe e também de boca.

Fontes de consulta

INCA

– https://www.inca.gov.br

Atualizado em 08/2020
Pesquisado em 08/02/2021

ICESP

http://www.icesp.org.br

Atualizado em 07/2020
Pesquisado em 08/02/2021

GRUPO BRASILEIRO DE CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

http://www.gbcp.org.br

Pesquisado em 10/02/2021