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Câncer de Endométrio

cancer

O que é?

É o tumor ginecológico mais comum. Se origina a partir de mutações nas células do endométrio, o tecido que reveste a parte interna do útero. Acomete mulheres principalmente na pós-menopausa (75%) e com idade média de 60 anos (50-70 anos). Mulheres com menos de 40 anos tem cerca de 5-10% de chances de desenvolver a doença.

De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), o tumor no endométrio é o sexto mais frequente entre mulheres, perdendo somente para o câncer de mama, intestino, colo uterino, pulmão e estômago, respectivamente.

Alguns fatores de risco podem levar a predisposição dessa doença. São elas:

  • terapia de reposição hormonal somente com estrógeno;
  • ovários policísticos;
  • não ter tido filhos;
  • obesidade.

Sintomas

O sinal mais comum de câncer de endométrio é o sangramento vaginal fora do período menstrual. Esse sangramento vaginal inclui:

  • Sangramento entre os ciclos menstruais;
  • Sangramento vaginal mais intenso do que o habitual;
  • Sangramento na menopausa.

Tratamento

Ao menor sinal de que algo não está indo bem, a mulher deve procurar um especialista. O médico irá fazer exames que permitam visualizar o útero e seu interior e, assim, detectar o câncer de endométrio.
Serão avaliados, também, o histórico clínico da paciente, bem como os exames: ultrassonografia transvaginal, histeroscopia e a biópsia do endométrio.
Após essa primeira avaliação, uma segunda será feita para verificar o estágio do câncer, o planejamento e o tratamento a ser seguido.

Diferentes tipos de tratamento estão disponíveis para a paciente com câncer de endométrio como: cirurgia, para remover o câncer, radioterapia e quimioterapia.

Prevenção

Muito se fala sobre os métodos de prevenção contra o câncer de endométrio. Alguns fatores são considerados fundamentais como: engravidar, praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável e cuidar do corpo evitando a obesidade.

Importante

O risco de desenvolvimento do câncer de endométrio aumenta mais em mulheres acima dos 50 anos. Outros fatores também devem ser levados em consideração:

  • Predisposição genética;
  • Excesso de gordura corporal;
  • Menopausa;
  • Síndrome do ovário policístico;
  • Dietas com elevada carga glicêmica;
  • Uso de radiação anterior para tratamento de tumores de ovário;
  • Uso de hormônio feminino para reposição hormonal após entrada da menopausa;
  • Menarca (primeira menstruação) precoce.

    Fonte de Consulta
    INCA – Instituto Nacional do Câncer