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Esquizofrenia

Saúde Emocional

O que é?

Considerada um transtorno psiquiátrico grave, a Esquizofrenia afeta cerca de 23 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). A proporção é de 1 pessoa para cada 100.

A ocorrência desse transtorno acontece com maior frequência no final da adolescência e inicio da vida adulta, porém pode ser diagnosticada na infância já nos primeiros anos de vida (antes dos 10 anos de idade). É fundamental o diagnóstico precoce.

Sintomas

Uma pessoa com esquizofrenia apresenta sintomas de psicose, desorganização mental enorme, o que faz o indivíduo a ter atitudes discursos e visões fora da realidade. Costuma interferir em assuntos que não te dizem respeito. Comete julgamentos desnecessários de acordo com o seu estado fantasioso.

Além disso, a esquizofrenia apresenta os chamados sintomas negativos, as alucinações, os delírios e a desorganização dos pensamentos e comportamento. Os sintomas negativos são classificados em: isolamento social progressivo, a perda de capacidade de demonstrar afetividade, o ato de se fechar e ficar em um ambiente totalmente longe de outras pessoas.

Os delírios são uma forma do esquizofrênico se expressar com pensamentos fora da realidade. Já as alucinações são sensações e formas de perceber as coisas a partir de alguns contextos, como o visual e o auditivo, em forma inexistente de situações reais. Dentro desse quadro o indivíduo não consegue falar com coerência e nem realizar tarefas simples do dia a dia.

Tratamento

Por ser um transtorno grave, a esquizofrenia requer um tratamento interdisciplinar, ou seja, as intervenções precisam contar com o apoio psiquiátrico, psicoterápico e suporte familiar e da instituição de ensino, no caso de crianças e adolescentes.

O diagnóstico precoce é fundamental para que o paciente tenha qualidade de vida e inicie o tratamento seguindo as orientações médicas. O uso de medicamentos é crônico e contínuo.

Importante

A esquizofrenia é multifatorial, ou seja, ela pode ser desenvolvida por fatores genéticos e ambientais. Alguns pacientes não aceitam o tratamento por acreditarem que são saudáveis. Nesse caso é imprescindível a ajuda de familiares que vão avaliar o melhor cuidado com o psiquiatra.

Fonte de consulta
OMS (Organização Mundial de Saúde)
Instituto Neuro Saber