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Hipertensão Arterial

O que é?

Popularmente conhecida como “pressão alta”, a hipertensão está relacionada aos níveis tensionais do sangue durante a circulação. Artérias estreitas aumentam a necessidade de o coração bombear com mais força para fazer o sangue circular. A hipertensão, portanto, dilata o coração e danifica as artérias.

É uma síndrome metabólica que muitas vezes surge acompanhada por outras alterações, como obesidade e colesterol elevado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hipertensão é hoje a principal causa de mortes no mundo, por estar associada ao desenvolvimento de diversas doenças.

Para bombear sangue, o coração se contrai, criando uma pressão sobre as artérias, chamada pressão arterial sistólica. Seu valor normal é de 120 mmHg (milímetro de mercúrio). Em 140 mmHg ou mais é considerada hipertensão. A pressão diastólica, por sua vez, indica o repouso do coração entre uma batida e outra. O valor normal é de 80 ou menos. Acima de 90, é considerado hipertensão.

Fatores de risco

Em 90% dos casos, a hipertensão é herdada dos pais. Há, no entanto, diversos fatores que influenciam os níveis de pressão arterial. Entre eles, destacam-se o consumo excessivo de sal, tabagismo, sedentarismo, diabetes, obesidade, estresse, consumo elevado de bebidas alcoólicas, falta de atividade física e sono inadequado.

Sintomas

Silenciosa, a hipertensão só provoca sintomas quando aumenta de forma abrupta. Nesses casos, o paciente pode sentir dor no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Prevenção

É importante medir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, como forma de detectar e acompanhar possíveis problemas. Além disso, hábitos de vida saudáveis ajudam a prevenir a hipertensão, como se exercitar regularmente, manter uma dieta rica em frutas, vegetais e fibras e com pouco sal e gordura saturada, além de diminuir ou abandonar o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro.

Tratamento

Nos casos de hipertensão leve, com a mínima entre 9 e 10, o tratamento envolve apenas mudanças de hábitos, como redução do consumo de sal, controle do estresse e do peso, além de evitar bebidas e cigarros.

Outros casos devem ser tratados com medicamentos de uso regular e contínuo, mesmo quando o paciente não apresentar sintomas. Para essas pessoas, as mudanças no estilo de vida também são fundamentais.

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