Glossário

  • ABCESSO

    Bolsa de pus no interior de um tecido, órgão ou região do corpo.

  • ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR

    Participação de vários especialistas no diagnóstico, estadiamento e escolha do tratamento do câncer. A integração das várias especialidades (Psico-oncologia, Nutrição, Fonoaudiologia, Fisioterapia) possibilita melhores resultados para os pacientes.

  • ADENOCARCINOMA

    É o tipo mais comum de câncer. Origina-se nas glândulas presentes nos tecidos de revestimento do organismo. Pode afetar quase todos os órgãos do corpo: pulmão, intestino, pâncreas, fígado, colo do útero, mama, próstata, cabeça e pescoço, trato respiratório e outros.

  • ADENOMA

    Crescimento de células de origem glandular. Tipo de pólipo, nódulo, tumor benigno. Pode surgir em diversos órgãos, como mama, cólon, adrenal, hipófise, tireoide.

  • ADENOMEGALIA

    Os gânglios linfáticos são parte integrante do sistema de defesa do organismo. São estruturas ovoides, com menos de 1 cm de diâmetro, que todos os seres humanos possuem em grande número. Os gânglios linfáticos distribuem-se por todo o organismo (debaixo da pele da nuca, pescoço, acima das clavículas, axilas e virilhas, assim como dentro da cavidade abdominal e dentro do tórax) e comunicam entre si como se fossem uma rede. Os gânglios superficiais costumam ser percebidos somente quando são palpáveis. No entanto, podem se tornar mais evidentes quando aumentam de tamanho. A esse aumento do tamanho dos linfonodos, denominamos “adenomegalia”. As adenomegalias podem ser causadas por doenças infecciosas e por alguns tipos de câncer. Dentre os tumores que mais frequentemente podem apresentar adenomegalias estão as leucemias, os linfomas e o câncer de cabeça e pescoço.

  • ADJUVANTE

    Situação em que um tratamento é realizado em complemento a outro tratamento, dito como principal, com o objetivo de diminuir o risco de recidiva do câncer. Em geral, o tratamento adjuvante é utilizado para apresentações relativamente mais precoces do câncer, quando este foi removido.

  • AGENESIA

    É a ausência completa ou parcial de um órgão e seu primórdio embriológico.

  • AFÉRESE

    É um termo usado em hematologia para definir a separação dos diversos elementos do sangue (glóbulos, plaquetas e plasma) colhido de doadores.

  • ALFA-FETOPROTEÍNA (AFP)

    É uma substância produzida no desenvolvimento do embrião e do feto. Sua concentração no sangue decresce rapidamente após o nascimento. Em oncologia, pode servir de marcador da presença e da atividade de alguns tipos de tumor em adultos e crianças. A AFP é usualmente dosada no sangue, mas pode também ser medida no líquor.

  • ALOPECIA

    É a perda total ou parcial de cabelos ou pelos. É um dos possíveis efeitos colaterais da quimioterapia. Entre os quimioterápicos que causam alopecia mais frequentemente e com mais intensidade estão: Doxorrubicina; Paclitaxel; Docetaxel; Citarabina (em doses altas); Metotrexato (em doses altas); Ciclofosfamida (em doses altas); Ifosfamida (em doses altas). Contudo, a maioria dos quimioterápicos pode causar algum grau de afilamento e de perda dos cabelos.

  • AMES (TESTE DE)

    Teste para efetuar a detecção do carácter carcinogênico de uma substância, através da verificação do seu efeito mutagênico sobre as bactérias.

  • ANAPLASIA

    Ocorre quando a formação celular tem um desvio de normalidade. As células perdem suas características de especialização, assumindo características semelhantes às das células embrionárias. Muitas células tumorais podem apresentar essa perda de diferenciação, organização e função específica das células normais. A anaplasia é uma das alterações encontradas nas neoplasias.

  • ANATOMOPATOLÓGICO

    Consiste na avaliação macro e microscópica de células e tecidos de biópsia realizada por um médico anatomopatologista. O principal objetivo do exame é alcançar um diagnóstico definitivo sobre a natureza de uma lesão. Em oncologia, o exame permite ainda a obtenção de outras informações importantes, como o tipo do tumor e de seu grau de malignidade.

  • ANEUPLÓIDE

    Células cujo material genético encontra-se alterado quanto ao número de cromossomos. Assim, uma célula humana normal tem 46 cromossomos (número diplóide), enquanto uma célula alterada, por exemplo derivada de um tumor, pode ter um número menor de cromossomos.

  • ANEMIA

    Diminuição do número de glóbulos vermelhos no sangue ou na redução da concentração de hemoglobina nessas células. Com isso, pode haver uma diminuição da capacidade do sangue em conduzir o oxigênio aos tecidos, podendo resultar em cansaço e palidez. A anemia é um efeito colateral comum da quimioterapia.

  • ANGIOGÊNESE

    É a criação de vasos sanguíneos novos, estimulada pelo crescimento do tumor. A angiogênese permite que o tumor continue obtendo nutrição sanguínea ao longo de seu desenvolvimento. Assim, alguns novos medicamentos, pertencentes às classes das drogas de alvo molecular, têm sua ação dirigida à inibição da angiogênese, como forma de bloquear o crescimento tumoral ou de obter a redução de uma lesão.

  • ANGIOSSARCOMA

    Raro tumor maligno que acomete a parede dos vasos sanguíneos.

  • ANGIODISPLASIA

    Dilatação degenerativa dos vasos sanguíneos. Também é o nome de uma doença caracterizada por malformações vasculares adquiridas mais comuns do tubo digestivo . Constituem a principal causa de hemorragia do intestino delgado em indivíduos com mais de 50 anos.

  • ANUSCOPIA

    Exame endoscópico que permite a visualização do ânus.

  • ANTÍGENO

    Proteína que ao entrar em um organismo é capaz de se ligar a anticorpos ou a receptor de célula B e, geralmente, inicia uma resposta imune, frequentemente com produção de anticorpos específicos.

  • ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO (CEA)

    Em oncologia, o CEA pode ser utilizado como marcador da presença e da atividade de certos tipos de tumores em adultos e em crianças. Entre os tumores que podem apresentar elevação dos níveis de CEA estão aqueles do trato gastrintestinal, da mama, do pulmão, do pâncreas, do ovário e do sistema nervoso central. Contudo, o CEA também pode estar presente em algumas afecções benignas.

  • ANTIEMÉTICO

    Medicamentos que aliviam sintomas como enjoo, as náuseas e os vômitos.

  • ANTIBIOTICOTERAPIA

    Tratamento que utiliza medicamentos para tratar infecções.

  • ANTIÁLGICA

    Que protege contra a dor.

  • ANTINEOPLÁSICA

    Medicamentos utilizados para destruir células malignas (câncer).

  • ANTIOXIDANTE

    São moléculas que inibem o processo de oxidação de outras moléculas. A oxidação é um tipo de reação na qual ocorre a perda de elétrons de uma determinada molécula. Embora essas reações sejam fundamentais para os organismos, possuem como lado negativo a potencial produção de radicais livres. Esses compostos representam um risco para a saúde provocando efeitos mutagênicos e degenerativos, acelerando o envelhecimento. Algumas vitaminas, fitoquímicos e conservantes alimentares têm propriedades antioxidantes.

  • APÊNDICE CECAL

    Logo abaixo da junção ileocecal, onde o cólon forma um fundo cego chamado ceco (a primeira porção do intestino grosso), localiza-se o apêndice cecal, um pequeno órgão tubular parecido com o dedo de uma luva. Situa-se na região inferior direita do abdômen e faz parte do sistema digestório.

  • APLASIA MEDULAR

    Doença caracterizada pela alteração no funcionamento da medula óssea. Nesta doença o indivíduo não é capaz de produzir de forma satisfatória hemácias, plaquetas e leucócitos, que são as células que compõem o sangue.

  • APOPTOSE

    É uma auto-destruição de determinadas células do organismo programada geneticamente. Além disso, a apoptose pode ocorrer quando são detectadas falhas irreparáveis no material genético. Assim, a apoptose é também um mecanismo de proteção contra o câncer. Algumas células tumorais podem perder a capacidade de entrar em apoptose, tornando-se células imortais.

  • APONEUROSE

    Fibra que substitui um tendão no músculo e serve para aderir ao osso do músculo.

  • ATELECTASIA

    Colapso de uma parte ou do pulmão todo. Geralmente ocorre quando a via respiratória está bloqueada e as áreas não colapsadas costumam tentar compensar aumentando a oxigenação.

  • ASCITE

    Presença de líquido na cavidade abdominal. O líquido pode ser claro, leitoso ou hemorrágico dependendo da causa ou doença. Ascite é chamada também de hidrópsia ou "barriga d´água".

  • ASTROCITOMA

    Os astrocitomas são tumores que podem se desenvolver no cérebro, cerebelo ou medula espinhal. Os astrócitos são células responsáveis pelo fornecimento de nutrientes para os neurônios e reparação de células eventualmente lesadas do sistema nervoso central.

  • ASTROCITOMA PILOCÍTICO

    É uma lesão que pode ocorrer no sistema nervoso central, que pode exercer efeito de massa, comprimindo estruturas intracranianas. A ressecção cirúrgica total frequentemente é curativa.

  • ASSINTOMÁTICO

    Que não manifesta sintomas de doença.

  • ATROFIA

    Alteração regressiva ou diminuição do tamanho de uma célula, tecido, órgão ou parte, como consequência de um defeito ou da falta de nutrição.

  • AUTÓLISE

    Processo pelo qual as células se desintegram espontaneamente, devido a uma alteração das enzimas da própria célula.

  • BASTONETES

    Células de defesa do organismo. Dão origem aos neutrófilos e possuem as mesmas atividades imunológicas destes. Na presença de certas doenças e na vigência de infecções, pode ocorrer aumento do número dessas formas jovens de neutrófilos na corrente sanguínea.

  • BETA-2-MICROGLOBULINA

    Proteína que existe na superfície das células. Pode apresentar-se em níveis mais elevados na presença do mieloma múltiplo e do certos tipos de linfomas, além de algumas doenças não tumorais.

  • BETA-HCG

    Esse hormônio, normalmente produzido durante a gravidez, é usado na oncologia para diagnosticar alguns tipos de câncer de testículo e ovário (tumores de células germinativas) e doença trofoblástica gestacional, principalmente coriocarcinoma. É medido a partir de amostras de sangue, líquor ou na urina.

  • BIÓPSIA

    Procedimento no qual se colhe uma amostra de tecidos ou células para posterior estudo em laboratório, para diagnosticar ou avaliar a evolução de determinada doença crônica. Em geral, a biópsia pode ser feita através da inserção de um tipo especial de agulha pela pele.

  • BIOPSIA PERCUTÂNEA

    Biópsia realizada com agulha e orientada por ultrassonografia, tomografia computadorizada e radiologia. Permite o diagnóstico de tumores de localização profunda, tais como: coluna vertebral, ossos, fígado, retroperitôneo, pulmão. Também é muito utilizada para diagnóstico de lesões na mama e tireoide.

  • BIÓPSIA LÍQUIDA

    É um procedimento minimamente invasivo para identificar a presença de DNA tumoral a partir de uma amostra de sangue. É indicada para pacientes já diagnosticados para acompanhamento da doença, escolha e monitoramento do tratamento.

  • BISFOSFONATO

    Medicamentos usados para estimular a deposição de cálcio nos ossos. Esses medicamentos podem ser utilizados em alguns pacientes portadores de lesões ósseas causadas por certos tipos de tumores, como câncer de mama, de próstata e o mieloma múltiplo. Além disso, os bisfosfonatos diminuem a quantidade de cálcio no sangue, prevenindo ou tratando a hipercalcemia.

  • BIOLÓGICO (MEDICAMENTO)

    Os medicamentos biológicos são produzidos a partir de células vivas, com métodos de biotecnologia. É um processo complexo que difere substancialmente do utilizado na produção química dos fármacos convencionais. Devido a sua estrutura, os medicamentos biológicos não são ingeridos oralmente, porque seriam destruídos pelo sistema digestivo. Sua administração é endovenosa ou subcutânea. Hoje, são comuns no tratamento de doenças como o câncer, diabetes, esclerose múltipla, ataques cardíacos, AVC e doenças autoimunes.

  • BIOSSIMILAR (MEDICAMENTO)

    Medicamento formulado a partir de materiais biológicos, mais complexos que os medicamentos sintéticos. Ao contrário dos genéricos, que são versões idênticas e de menor custo de um medicamento comum, os biossimilares são substâncias complexas que não chegam a ser cópias idênticas ao biofármaco original.

  • BRAQUITERAPIA

    Tipo de radioterapia em que a fonte de radiação está localizada próximo ou mesmo dentro do corpo do paciente. Neste procedimento, usam-se fontes que emitem radioatividade de baixa energia capaz de percorrer curtas distâncias e de penetrar apenas alguns milímetros ou centímetros nos tecidos do organismo.

  • BRCA-1 e BRCA-2

    Mutações herdadas nestes genes aumentam o risco de câncer de ovário e de mama. Testes genéticos para a detecção destas mutações são indicados para pacientes com história pessoal e familiar de neoplasia de mama e de ovário que preencham os critérios para a síndrome de suscetibilidade hereditária.

  • BENIGNO

    Usado para descrever um tumor que não é canceroso, que não tem capacidade de produzir metástases.

  • CACON (Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia)

    É o hospital que possui todas as condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência especializada de alta complexidade para o diagnóstico. Todo CACON oferece tratamento assistencial radioterápico na própria estrutura hospitalar.

  • CA 15-3

    O CA 15-3 é um marcador tumoral, medido no sangue, usado no acompanhamento de pacientes com câncer de mama. Além do câncer de mama, outros tumores que podem apresentar elevação dos níveis de CA 15-3 são: câncer de ovário, pâncreas, pulmão, entre outros.

  • CA 19-9

    O exame CA 19-9 é um tipo de análise de sangue que avalia a presença de uma proteína das células cancerígenas, podendo identificar câncer do pâncreas, cólon e reto. Usualmente, é medido em amostras de sangue.

  • CAUTERIZAÇÃO

    Técnica de tratamento usando um probe (instrumento elétrico) para destruir células anormais através de queima.

  • CATETER

    Tubo usado para injeção ou retirada de fluidos. Pode ser externo ou totalmente implantado sob a pele.

  • CATECOLAMINAS

    Designação genérica de compostos encontrados nas terminações nervosas e na glândula supra-renal.

  • CATABOLISMO

    Parte do metabolismo em que predominam reações químicas de decomposição.

  • CARÚNCULAS

    Pequeno inchaço vermelho que ocorre em mucosas. Exemplos: carúncula himenal (ocorre no hímen, membrana situada na abertura da vaginal) ou lacrimal.

  • CARIOCARCINOMA

    Tumor maligno e de crescimento rápido que se desenvolve a partir do tecido fetal.

  • CARCINOMA IN SITU

    Neoplasias malignas do epitélio de revestimento que ainda não invadiu os tecidos adjacentes, portanto de crescimento restrito à área de origem.

  • CAQUEXIA

    É uma síndrome complexa e multifatorial que se caracteriza pela perda de peso, atrofia muscular, fadiga, fraqueza e perda de apetite.

  • CAPSÍDEO

    Envoltório proteico que reveste o material genético de vírus.

  • CALORIA

    Uma medida de energia. Usada para medir, tanto o consumo dietético quanto a atividade física.

  • CAFEÍNA

    A cafeína estimula o sistema nervoso central, tem efeito diurético nos rins; estimula o músculo estriado; e tem uma variedade de efeitos no sistema cardiovascular.

  • CARCINOGÊNICO

    Qualquer agente químico, físico ou biológico que possa causar câncer. (Químicos: substâncias presentes no tabaco, certos solventes químicos etc; Físicos: radiação ultravioleta, radioatividade etc; Biológicos: papilomavírus, vírus Epstein-Barr, etc).

  • CARCINOMA

    Tipo mais comum de câncer que ocorre nos tecidos que revestem o organismo. Os exemplos de carcinomas mais comuns são o adenocarcinoma e o carcinoma epidermóide. Entretanto, existem outros tipos de carcinoma, como os carcinomas de pequenas células de pulmão e os carcinomas de células transicionais das vias urinárias.

  • CARCINOMA DE PEQUENAS CÉLULAS

    É um tipo de câncer cujas células se dividem muito rapidamente. Ocorre, com maior frequência, nos pulmões (neste caso bastante associado ao tabagismo), embora, ocasionalmente, também possa surgir em outras partes do corpo, como no colo do útero, na próstata e no trato gastrointestinal.

  • CARCINOMA EPIDERMÓIDE

    Carcinoma epidermoide de pele, ou espinocelular, é um tipo de tumor maligno que surge na epiderme, a camada mais superficial da pele, especialmente nas regiões do corpo mais expostas à radiação solar, como o rosto, cabeça, pescoço, braços, mãos e pés.

  • CARIÓTIPO

    Conjunto total dos cromossomos existentes em uma célula não reprodutora de qualquer espécie de ser vivo. O cariótipo humano é constituído por 46 cromossomos.

  • CÉSIO OU CESIUM

    O césio-137 é um isótopo radioativo (radioisótopo) do elemento químico césio (Cs). Elemento químico que emite radiação.

  • CÉLULA

    A célula é a menor unidade dos seres vivos com formas e funções definidas. compõe os diferentes órgãos e tecidos do organismo. É composta basicamente por uma membrana citoplasmática, citoplasma e núcleo.

  • CEFALEIA

    Dor de cabeça.

  • CICLO DE TRATAMENTO

    Na oncologia, "ciclo de tratamento" é frequentemente utilizado em referência à quimioterapia ou às drogas de alvo molecular. O ciclo da quimioterapia se refere ao número de aplicações e intervalo entre duas doses de tratamento. Em geral, o primeiro dia de um ciclo de tratamento é designado como D1, o segundo dia como D2, e assim sucessivamente. Os medicamentos respeitam intervalos para serem administrados, seguindo padrões estabelecidos na literatura médica. Por exemplo, um determinado medicamento pode ser aplicado no D1 e no D8, enquanto outro pode ser administrado do D1 ao D5. Além disso, após a administração de um ou mais medicamentos, há um período de descanso, para que o paciente se recupere dos eventuais efeitos colaterais do tratamento. Assim, o período de tempo compreendido entre o D1 e o último dia de descanso é designado como "ciclo de tratamento".

  • CINTILOGRAFIA ÓSSEA

    Exame para diagnóstico que utiliza uma injeção de substância fracamente radioativa, cujas emissões serão captadas, lidas e transformadas em imagens por um aparelho específico para esse fim. Em oncologia, a cintilografia é frequentemente utilizada para averiguar a presença de alterações nos ossos. Em alguns casos, os achados da cintilografia podem necessitar de avaliação complementar por outros exames de imagem.

  • CIRURGIA CONSERVADORA

    Tipo de cirurgia em que ocorre a retirada do tumor, sem a retirada completa do órgão em que o tumor se encontra. É indicada sempre que possível.

  • CITOGENÉTICA

    Campo da genética que estuda os cromossomos, sua estrutura, composição e papel na evolução e no desenvolvimento de doenças. No caso de algumas neoplasias hematológicas como, por exemplo, leucemias e linfomas, algumas alterações citogenéticas podem ser identificadas.

  • CITOLOGIA

    Estudo da estrutura e funções das células.

  • CITO-HISTOPATOLÓGICO

    Procedimentos realizados por patologistas para avaliar o estado patológico da célula (citológicos) ou do tecido (histológicos) através de observação ao microscópio da forma e arquitetura celulares, sob distintas colorações.

  • CISTOGRAFIA

    Exame que após injeção de contraste permite a visualização da bexiga através de Raio-X.

  • CIRURGIA PROLIFÁTICA

    Cirurgia que envolve a remoção de um órgão para prevenir o câncer.

  • CIRURGIA ABLATIVA

    Tipo de cirurgia em que se remove parte, ou todo, do órgão afetado pelo câncer.

  • CORONÓIDE (PROCESSO)

    Região anatômica do osso mandibular, onde se insere o músculo temporal.

  • CONTAGEM SANGUÍNEA

    Avaliação do número de células vermelhas, brancas e plaquetas em uma amostra de sangue.

  • CONSTIPAÇÃO

    Prisão de ventre; dificuldade na evacuação das fezes.

  • CONDILOMA

    Infecção conhecida também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma DST causada pelo Papilomavírus humano (HPV).

  • CONDIÇÃO HAMARTOMATOSA (OU HAMARTOMA)

    É uma malformação que pode surgir em qualquer parte do corpo, parecida com um tumor benigno e raramente dá origem algo maligno.

  • COLOSTOMIA

    São derivações intestinais onde se exterioriza o cólon ou o íleo (intestino fino) na parede abdominal, formando um novo trajeto e local para a saída das fezes (que é chamado de estoma).

  • COLONOSCOPIA

    Exame que através de um tubo flexível com uma câmara permite examinar todo o intestino grosso.

  • Cólon

    Parte central do intestino grosso, que possui ainda outras duas partes menores, o ceco e o reto.

  • COLECTOMIA

    Procedimento cirúrgico onde parte ou todo o cólon é removida.

  • COILÓCITO

    Alteração da célula epitelial, onde o citoplasma fica restrito à membrana da célula, deixando um espaço aparentemente vazio ou menos denso em volta do núcleo, conhecido como halo perinuclear. É sugestivo da presença de HPV, mas não é específica e, portanto, pode induzir a erro diagnóstico.

  • COBALTO 60

    Tipo de material radioativo - (emissor de radiação gama). Dos vários isótopos do cobalto conhecidos, o cobalto-60 radioativo é o mais importante. Tem uma vida-média de 5,7 anos e produz uma intensa radiação gama.

  • CREATININA

    Substância que provém do metabolismo muscular, sendo filtrada nos rins a uma taxa que costuma ser constante em pessoas sadias. A quantidade de creatinina ajuda a avaliar o funcionamento dos rins, permitindo identificar uma lesão ou infecção. Em alguns casos, medicamentos podem alterar essa taxa. Importante frisar que alterações dos níveis de creatinina no sangue e na urina podem ser encontradas em diversas situações, muitas das quais sem nenhuma relação com o câncer.

  • CROMOSSOMO

    Os cromossomos contêm os genes, que carregam as informações genéticas de um ser vivo. Nos seres humanos, cada célula contém 23 pares de cromossomos, incluindo os dois cromossomos responsáveis pelas características sexuais (XX na mulher e XY no homem).

  • CROMOSSOMA FILADÉLFIA

    É uma anormalidade cromossômica que está associada à leucemia mielóide crônica, em quase 50% dos casos, a leucemia aguda. Corresponde a uma translocação cromossômica recíproca envolvendo os braços longos dos cromossomos 9 e 22.

  • CUIDADOS PALIATIVOS

    Consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida. Engloba tratamento da dor física causada pela doença com medicamentos; terapia para amenizar a dor psicológica e o sofrimento do paciente; atenção às dimensões espiritual, religiosa e existencial do paciente.

  • CURA

    A cura é a restauração da saúde, isto é, o desaparecimento de todos os sinais e sintomas da doença anteriormente apresentada pelo paciente.

  • CURVAS DE ISODOSE

    Sistema que analisa a distribuição da dose de radiação que atinge o tumor e os tecidos normais.

  • CRIOTERAPIA

    É um método de tratamento do câncer que destrói o tumor por congelamento sem danificar tecidos normais vizinhos. Existem vários métodos de crioterapia, utilizando-se gelo seco ou nitrogênio líquido.

  • DERRAME PLEURAL

    Conhecido como água no pulmão, o derrame pleural é o acúmulo de líquidos dentro da pleura, membrana que reveste o pulmão. Esse acúmulo comprime o órgão e causa dificuldade para respirar, dor no peito e falta de ar. Não é uma doença em si, mas uma manifestação comum de outras doenças.

  • DELEÇÃO CROMOSSÔMICA

    Perda de uma determinada região de um cromossomo, pode ocorrer durante a divisão celular, resultando na perda de informações genéticas.

  • DEBULKING

    É a diminuição do tumor ao menor tamanho possível; Ressecções.

  • DISTAL

    O que fica na região final.

  • DISPLASIA CERVICAL

    Condição pré-cancerosa da cervix (colo do útero).

  • DISFONIA

    Qualquer dificuldade ou alteração da fala.

  • DISCO DE COBALTO

    São pequenas placas com formatos variados que tem por finalidade destruir tumores oculares, desde que a localização e o tamanho dos mesmos permita essa forma terapêutica.

  • DISARTROFONIA

    Alterações do controle motor da voz, fala e deglutição associados aos déficits neurológicos, no sistema nervoso central (SNC) ou no sistema nervoso periférico (SNP).

  • DIÁLISE

    Procedimento que visa suplementar as falhas da função renal de certos indivíduos que não conseguem eliminar água e produtos de excreção do sangue. Pode ser realizada através do sangue (hemodiálise) ou através da membrana que envolve a cavidade abdominal (peritônio; chamada diálise peritoneal)

  • DISFAGIA

    Dificuldade de engolir, ou seja, fazer a deglutição de alimentos ou de líquidos. A disfagia pode ser causada por doenças neurológicas, inflamatórias e por tumores da cavidade oral, faringe, laringe e esôfago. Em alguns casos pode ocorrer infecções pulmonares associadas, resultantes de engasgos e aspirações de alimento.

  • DISPLASIA

    Refere-se à ocorrência de anomalias relacionadas ao desenvolvimento de um órgão ou tecido. Indica a presença de alterações nas características das células, que podem sofrer modificações de forma, tamanho, organização e função.

  • DHL (DESIDROGENASE LÁTICA)

    Proteína que pode ser encontrada em todo o organismo usada como marcador para alguns tipos de tumores. Muitas doenças benignas, assim como inúmeros tipos de câncer, podem provocar níveis sanguíneos elevados de DHL. Portanto, o teste sanguíneo para dosar essa substância não é utilizado de forma isolada para diagnosticar a doença.

  • DNA

    Ácido desoxirribonucleico, do inglês DesoxiriboNucleic Acid, composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo.

  • DOENÇA ESTÁVEL

    A doença estável é caracterizada pela ausência de alteração significativa do tamanho das lesões pré-existentes e também pelo não surgimento de novas lesões tumorais.

  • DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA (DRM)

    É a permanência de células tumorais viáveis após o término do tratamento em quantidades mínimas. Este número (ou percentual) possui relevância pois sabe-se que pacientes com níveis elevados de DRM possuem maior chance de recaída da doença.

  • DOENÇA DE COATS

    Doenças rara que afeta o desenvolvimento dos vasos sanguíneos da retina, parte do olho, levando, em alguns casos, ao descolamento da retina. Deve ser feito um diagnóstico diferencial com Retinoblastoma.

  • DOENÇA CRÔNICA

    Doenças crônicas são aquelas de progressão lenta e longa duração, que muitas vezes levamos por toda a vida. Podem ser silenciosas ou sintomáticas, e podem comprometer a qualidade de vida quando não controladas. Nos dois casos, representam risco para o paciente. Entre as principais DCNT estão: doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas (bronquite, asma, DPO, rinite), hipertensão, câncer, diabetes e doenças metabólicas (obesidade, diabetes, dislipidemia).

  • DPOC

    Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grupo de doenças pulmonares que bloqueiam o fluxo de ar e dificultam a respiração.

  • DROGAS CITOTÓXICAS

    São substâncias empregadas no tratamento de neoplasias malignas quando os tratamentos cirúrgicos ou radioterápicos não são possíveis ou se mostraram ineficazes, ou ainda como adjuvantes da cirurgia ou da radioterapia como tratamento inicial.

  • DROGA ALVO MOLECULAR

    Drogas que identificam e atacam especificamente as células cancerígenas, provocando pouco dano às células normais. Entre as drogas de alvos molecular utilizadas no tratamento do câncer, estão os inibidores de tirosina-quinase e os anticorpos monoclonais. As drogas de alvo molecular têm sido usadas no tratamento do câncer de forma isolada ou em combinação com a quimioterapia.

  • DUCTOGRAFIA

    É a mamografia contrastada. Indicada para quando houver secreção sanguinolenta ou transparente, por um único orifício.

  • EMBOLIA

    A embolia ou embolo é uma partícula que se move em nossos vasos sanguíneos, seja nas veias ou nas artérias. O êmbolo pode ser formado pelos mais variados elementos, como: bolhas de gás, grumos bacterianos, pequenos projéteis de arma de fogo, agulhas, entre outros. Pode bloquear o vaso sanguíneo. Eventualmente, esse bloqueio pode ser transportado pelo próprio sangue para outra parte do organismo.

  • ÊMESE

    Êmese, ou vômito, é a expulsão do conteúdo do estômago através da boca.

  • ESOFAGITE

    Inflamação do esôfago que pode provocar dor e dificuldade para engolir. É quase sempre causada pelo refluxo gastroesofágico, isto é, situação em que uma quantidade variável de suco gástrico reflui para o esôfago. Também é comum no tratamento de radioterapia. Outra causa comum de esofagite é a radioterapia, quando esse tratamento é aplicado em

  • ESTADIAMENTO

    Avaliação da extensão do tumor no paciente. Os exames podem ser usados para determinar o tamanho do tumor e sua eventual extensão para estruturas vizinhas, além de diagnosticar o possível envolvimento de linfonodos e órgãos distantes. O estadiamento do câncer é importante para definir a melhor estratégia de tratamento para combatê-lo.

  • EVENTOS ADVERSOS

    O mesmo que efeitos colaterais.

  • EXÉRESE

    Remoção por cirurgia.

  • EXAME HISTOPATOLÓGICO

    É o exame microscópico do tecido para diagnóstico de câncer. Este exame também serve para diagnosticar outras patologias, por exemplo: tuberculose, micoses, infecções, etc.

  • EUPNÉICA

    Respiração normal.

  • ESTROMA PROSTÁTICO

    Tecido da próstata.

  • ESTEREOTAXIA

    Intervenção cirúrgica minimamente invasiva que usa um sistema de coordenadas tridimensionais para localizar pequenos alvos no interior do corpo e para executar nestes alguma atividade, tal como ablação, biópsia, entre outros.

  • ESTÁDIO

    A avaliação clínica da extensão da doença.: local, loco-regional ou sistémica.

  • ESPINOCELULAR

    Ver CARCINOMA EPIDERMÓIDE.

  • ESOFAGECTOMIA

    Retirada cirúrgica do esôfago.

  • ERRADICAÇÃO

    Em oncologia, refere-se a eliminação do câncer de um organismo.

  • EPITÉLIO

    Tecido com a função a de revestimento da superfície externa e de diversas cavidades internas do organismo.

  • EPIDERMÓIDE

    Relativo a epitélio. Câncer epidermóide é um câncer que se origina no epitélio.

  • EPIDERMODISPLASIA VERRUCIFORME

    Doença de origem genética que predispõe ao aparecimento de múltiplas verrugas e papilas no corpo todo, principalmente na pele, com tendência a se tornar malignas em regiões expostas à luz solar.

  • EPIDERME

    Porção do epitélio que reveste os organismos, tanto externa quanto internamente.

  • ENZIMA

    Substâncias orgânicas presentes em todos os organismos animais e vegetais, que são capazes de catalisar as reações químicas e bioquímicas. Atuam na digestão, por exemplo.

  • ENDOSCOPIA

    Procedimento para avaliar o interior de cavidades do organismo. Utilizado para detectar doenças no estômago e toda a parte superior do tubo digestivo, incluindo o esôfago, estômago e parte do duodeno.

  • ENDOMÉTRIO

    Mucosa que reveste o útero internamente.

  • EFEITOS COLATERAIS

    Efeitos secundários que determinadas drogas podem causar.

  • EDEMA

    Acúmulo de líquido no tecido subcutâneo que ocorre quando os fluidos dentro dos vasos sanguíneos ou linfáticos extravasam para a pele. Ocasiona inchaços no corpo.

  • ESCORE DE GLEASON

    Também conhecido como escala de Gleason, trata-se de uma pontuação atribuída ao câncer de próstata baseada em sua aparência microscópica, nos graus de diferenciação das células. O escore de Gleason é importante para determinar o prognóstico da doença.

  • FEODERMA

    De pele parda.

  • FENÓTIPO

    Características observáveis de um ser, como propriedades fisiológicas, físicas e bioquímicas, morfologia e comportamento, determinadas pela genética e meio-ambiente, ao contrário do genótipo.

  • FISH (HIBRIDIZAÇÃO IN SITU FLUORESCENTE)

    Exame de patologia molecular utilizado para detectar alterações genéticas que podem ser importantes para o diagnóstico, prognóstico e orientação terapêutica de um grande número de tumores. Em determinados casos de câncer de mama, pode-se usar o método para avaliar a expressão do HER-2.

  • FÍSTULA

    Ligação anormal entre duas superfícies ou entre órgãos. Uma fístula reto-vaginal, por exemplo, é uma comunicação anormal entre o reto e a vagina.

  • FISSURA

    Qualquer fenda que ocorre em uma parte do órgão.

  • FIBRA ALIMENTAR

    Substâncias derivadas de vegetais (cereais, frutas, sementes, etc) que não são digeridas pelo organismo. São importantes, pois atuam no bom funcionamento intestinal, evitando a constipação intestinal.

  • FOSFATASE ALCALINA

    Substância produzida em vários órgãos, incluindo ossos, fígado e intestinos, sendo encontrada normalmente no sangue de pessoas sadias. Níveis sanguíneos alterados de fosfatase alcalina podem ser encontrados em diversas doenças.

  • GÂNGLIOS LINFÁTICOS (LINFONODOS)

    São órgãos que consistem de vários tipos de células e são partes do sistema linfático, responsável pela defesa do organismo. Quando aumentados, são popularmente chamados de "ínguas". As localizações mais conhecidas dos linfonodos são o pescoço, axilas e virilhas. Contudo, existem também linfonodos em diversas outras localidades, como acima das clavículas, no mediastino, no abdômen e na pelve.

  • GENES

    Genes são porções de DNA que apresentam as informações necessárias para que ocorra a síntese de uma molécula de RNA mensageiro e de uma proteína. Eles são responsáveis por carregar as informações necessárias para que nossas características se expressem. Ao conjunto de genes de um organismo vivo dá-se o nome de genoma, ou material genético. Por sua vez, essa proteína específica poderá exercer diversas funções, entre as quais:

  • GLIOBLASTOMA MULTIFORME

    O glioblastoma multiforme (GBM) é o tumor cerebral mais comum. O GBM é um subtipo de astrocitoma com crescimento rápido. Em geral o tratamento do GBM envolve a cirurgia, seguida de radioterapia e quimioterapia.

  • GLÓBULOS BRANCOS (LEUCÓCITOS)

    Os glóbulos brancos ou leucócitos atuam na defesa do organismo (sistema imunológico) agindo contra infecções, doenças, alergias, resfriados. Em algumas ocasiões podem atacar os tecidos do próprio corpo, originando doenças autoimunes. São produzidos pela medula óssea.

  • GLÓBULOS VERMELHOS

    Veja hemácias.

  • GRANULOCITOSE

    Aumento da quantidade de granulócitos (célula de defesa) no sangue ou nos tecidos. Pode ser causada por doenças autoimunes, neoplasias hematológicas (como a leucemia) e infecções. A granulocitose pode ser detectada através de exame de sangue.

  • GRUPOS DE RISCO

    Pessoas ou grupos de pessoas sujeitas a fatores (características biológicas e/ou socioculturais) que aumentam a propensão de desenvolverem determinadas doenças.

  • GRUPOS CONTROLE

    A população (grupo de pessoas) que, em um estudo epidemiológico ou teste clínico, não tem a doença a ser estudada ou não é submetida ao tratamento testado.

  • GRAY

    Gray (Gy) é a unidade de medida em radioterapia. Equivalente a 100rads.

  • GRANULOMA

    A granuloma é um tipo de inflamação. Geralmente é nodular, pequena e granular. Esta inflamação ocorre devido à reação de algumas células imunológicas que tentam proteger ou anular o nosso corpo de algum problema, como infecções.

  • GLUCAGON

    Hormônio produzido pelo pâncreas. Importante na regulação da taxa de glicose (açúcar) no sangue.

  • GLIOMA

    Tumor do tecido nervoso em qualquer estágio de desenvolvimento. O termo também é usado para se referir a todos os tumores primários do cérebro e medula espinhal (astrocitoma, ependimoma, neurocitoma, etc).

  • GLÂNDULA SUPRA-RENAL

    A glândula adrenal (ou supra-renal) é dividida em córtex e medula, e cada uma dessas partes secreta hormônios.

  • GH

    Hormônio do crescimento (do inglês growth hormone). É produzido pela glândula hipófise.

  • GENÓTIPO

    Constituição genética de cada indivíduo. A constituição genética é demonstrada através do fenótipo.

  • GENE SUPRESSOR

    São genes que reduzem a probabilidade de uma célula se tornar um tumor. Retardam a divisão celular, reparam erros do DNA ou indicam quando as células devem morrer, impedindo a proliferação descontrolada das células.

  • GENE HOMÓLOGO

    Gene correspondente.

  • HEMÁCIAS (GLÓBULOS VERMELHOS)

    As hemácias são células sanguíneas também conhecidas como glóbulos vermelhos ou eritrócitos. Exercem importante papel na oxigenação dos tecidos, sendo também responsáveis pela cor vermelha do sangue. As hemácias também se destacam por sua ausência de núcleo e, portanto, ausência de material genético. Em razão dessa característica, as hemácias são células que vivem por um período curto de tempo e são incapazes de se dividir. O monitoramento da quantidade de hemácias no sangue através do hemograma é importante durante o tratamento do câncer, já que a quimioterapia, a radioterapia e as drogas de alvo molecular podem reduzir a quantidade dessas células no sangue, resultando em anemia.

  • HEMOGRAMA

    Exame de sangue, realizado para avaliar a quantidade de células sanguíneas de um indivíduo. No tratamento do câncer o hemograma pode ser utilizado para monitorar possíveis efeitos colaterais tais como: anemia, neutropenia, plaquetopenia.

  • HEMOCROMATOSE

    Doença que leva ao acúmulo de Ferro no organismo.

  • HEMIPELVECTOMIA

    É a retirada cirúrgica de metade da pélvis.

  • HEMIPARESIA

    Paralisia parcial ou à diminuição da força em metade do rosto, braço ou perna de um mesmo lado do corpo.

  • HEMATÚRIA MACROSCÓPICA

    É a urina visivelmente colorida por sangue ou por coágulo sanguíneo.

  • HEMATEMESE

    Vômito de sangue com origem no sistema gastrointestinal.

  • HEMANGIOMA

    Tumor benigno, bastante comum na infância, formado de vasos sanguíneos. Existem 2 tipos principais; o angioma e o linfangioma, este último devido à proliferação de vasos linfáticos. Pode ter componente cutâneo ou interno.

  • HELICOBACTER PYLORI

    Uma bactéria que pode infectar a mucosa do estômago. Recentemente foi identificada como uma das possíveis causas do câncer de estômago. É uma das causas das úlceras pépticas.

  • HISTIOCITOSE

    É uma doença de células de Langerhans, um "borderline" entre câncer e não-câncer. É uma doença de células de defesa (linfocito-histiocito).

  • HIPOXEMIA

    Baixa concentração de oxigênio no sangue.

  • HIPOTÁLAMO

    Estrutura localizada no diencéfalo relacionada com a emoção e o comportamento.

  • HIPOGLICEMIA

    Diminuição do açúcar no sangue.

  • HIPÓFISE

    Glândula localizada no interior do cérebro, responsável pela produção de hormônios que regulam as demais glândulas.

  • HIPERTROPIA

    Aumento do tecido devido ao aumento da célula.

  • HIPERETELORISMO

    Medida que representa o aumento da distância entre as duas pupilas de um paciente, normalmente presente em síndromes.

  • HIDROCELE

    Coleção de água na bolsa que envolve o testículo (escroto).

  • HIDROCEFALIA

    Condição anormal causada por acúmulo de líquor cefalorraquidiano (líquor) dentro do crânio.

  • HIPERCALCEMIA

    Nível elevado de cálcio no sangue. Pode ser causada por diversas doenças e também em consequência do uso de certos medicamentos. Entre os tumores que mais frequentemente causam hipercalcemia por destruição óssea estão o mieloma múltiplo e os casos de câncer de mama ou de próstata com metástases ósseas.

  • HIPERPIGMENTAÇÃO

    Pigmentação excessiva da pele, devida ao aumento da produção de melanina. Em oncologia, a hiperpigmentação pode surgir como um efeito colateral da quimioterapia.

  • HIPERPLASIA

    A hiperplasia corresponde a um aumento do número de células em um órgão ou tecido, podendo resultar na formação de uma neoplasia benigna ou ainda no aumento do tamanho desse órgão.

  • HISTERECTOMIA TOTAL

    Procedimento cirúrgico ginecológico que consiste na remoção do útero.

  • HORMÔNIO

    São substâncias produzidas pelo sistema endócrino ou por neurônios que exercem uma função reguladora no organismo.

  • HORMONIOTERAPIA

    Utilização de medicamentos que diminuem o nível de hormônios sexuais (testosterona ou estrógenos) com objetivo de evitar o crescimento de tumores que dependem da presença destes hormônios. Em geral, é utilizada para o tratamento de certos tumores de mama e de próstata.

  • IMUNO-HISTOQUÍMICA

    O exame de imuno-histoquímica, ou IHQ, consiste em um processo de análise de tecidos através de um microscópio, buscando identificar características moleculares das doenças.

  • IMUNOTERAPIA

    Tratamento que promove a estimulação do próprio sistema imunológico para combater o tumor, por meio de substâncias modificadoras da resposta biológica. Nesse tipo de tratamento, o objetivo é fazer com que as células do sistema imune identifiquem as células tumorais, reconhecendo-as como elementos estranhos e destruindo-as. Não causa danos às células sadias, minimizando efeitos colaterais comuns aos tratamentos convencionais (quimioterapia, radioterapia).

  • INIBIDORES DA AROMATASE

    São medicamentos utilizados na hormonioterapia para bloquear a produção do estrógeno em pacientes na pós-menopausa.

  • INIBIDORES DE TIROSINA-QUINASE

    Os inibidores de tirosina-quinase pertencem à classe das drogas de alvo molecular e vem sendo utilizados no tratamento do câncer de rim, pulmão, cabeça e pescoço, além de certos sarcomas e algumas neoplasias hematológicas. A inibição da tirosina-quinase previne a transmissão de sinal entre o fator de crescimento, seu receptor, o interior da célula e os genes, impedindo o estímulo à proliferação celular.

  • INTRAVENOSO (IV)

    É a administração de uma droga ou outra substância fluida diretamente dentro da veia, na circulação sanguínea. O seu efeito é imediato.

  • INFRATENTORIAL

    A localização de um tumor é infratentorial quando ele se situa abaixo de uma linha imaginária que passa pelo cerebelo.

  • INFORMAÇÕES GENÉTICAS

    Informação guardada no DNA, sob a forma de gene, que vai determinar a ordem dos aminoácidos que vão compor uma proteína. É a ordem dos aminoácidos que vai determinar a função de uma proteína.

  • INAPETÊNCIA

    Falta de apetite.

  • IN SITU

    Câncer não invasivo, superficial.

  • ILHOTAS PANCREÁTICAS

    Células do pâncreas que produzem insulina e glucagon.

  • ILEOSTOMIA

    Células do pâncreas que produzem insulina e glucagon.

  • ILEOSTOMIA

    É a exteriorização da parte final do intestino delgado na pele do abdome. As fezes de uma ileostomia são mais líquidas do que aquelas que são eliminadas por uma colostomia. A ileostomia é realizada por qualquer motivo que impeça a passagem das fezes pelo intestino grosso.

  • LASERTERAPIA

    É uma das formas de tratamento de alguns tumores intraoculares como o retinoblastoma (Câncer de olho).

  • LARINGECTOMIA

    Remoção cirúrgica da laringe.

  • LAPARATOMIA

    Cirurgia da cavidade abdominal.

  • LEUCOPENIA

    Diminuição na contagem de glóbulos brancos (leucócitos). Queda do número de células de defesa do sangue abaixo do normal.

  • LEUCODERMA

    Condição dermatológica que é caracterizada pela formação e acumulação diminuída ou destruição rápida de pigmento em certas áreas do corpo.

  • LEUCOCORIA

    É o reflexo esbranquiçado do olho.

  • LEUCÓCITO

    Ver Glóbulos Brancos.

  • LEUCEMIA

    Doença maligna devida à proliferação desordenada de leucócitos e seus precursores no sangue e medula óssea. Há vários tipos de leucemia de acordo com o tipo predominante das células e seu grau de diferenciação.

  • LESÃO PRECURSORA

    Lesões que podem preceder ao aparecimento do tumor maligno, mais precisamente do câncer invasivo.

  • LEIOMIOSSARCOMA

    Tumor que se forma nas fibras musculares lisas.

  • LINFEDEMA

    Acúmulo de líquido linfático (linfa) no tecido adiposo que causa inchaço. Ocorre com mais frequência nos braços e pernas, mas pode surgir também no rosto, pescoço, abdome e órgãos genitais.

  • LINFONODOS AXILARES

    Gânglios linfáticos da região axilar (embaixo do braço). São importantes na avaliação e estadiamento do câncer de mama.

  • LINFONODO

    Ver Gânglios Linfáticos.

  • LINFOMA GÁSTRICO

    Tipo de tumor que se origina do tecido linfóide.

  • LINFOMA

    Linfoma é um câncer que começa nas células do sistema linfático. Existem dois tipos de linfomas, linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin. Eles diferem entre si pelos tipos de células encontradas à microscopia, pelo comportamento biológico e pela resposta à terapia.

  • LINFA

    Líquido praticamente incolor, que banha as células do organismo, e move-se através dos vasos linfáticos. Pode ser um "veículo" de transporte para células cancerosas.

  • MAGNÉSIO

    Micronutriente que participa do metabolismo humano, da manutenção estrutural do material genético no núcleo da célula e também um constituinte dos ossos. Às vezes, pode ocorrer perda excessiva de magnésio devido ao uso de certos medicamentos utilizados no tratamento do câncer, como a cisplatina, o que pode acarretar alterações cardiovasculares, fraqueza, câimbras e tremores. Porém, a baixa quantidade de magnésio no sangue pode ser contornada com suplementação desse micronutriente.

  • MAGNITUDE

    Grau de intensidade.

  • MARCADORES TUMORAIS

    Substâncias normalmente encontradas em pequena quantidade no sangue. Entretanto, na presença de alguns tipos de câncer, pode ocorrer elevação dos níveis sanguíneos destes marcadores tumorais. Assim, a dosagem sanguínea dessas substâncias pode auxiliar no diagnóstico e no acompanhamento de certos tumores. Conheça os principais: CEA (cólon, estômago, mama, pâncreas e pulmão), CA 15-3 (mama e pulmão), CA 19-9 (cólon e pâncreas), PSA (próstata), Beta-HCG (testículo), Alfa-fetoproteína (testículo e fígado).

  • MAMOGRAFIA

    Exame radiológico de imagem que permite detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável, na glândula mamária.

  • MARGEM CIRÚRGICA

    Observação microscópica das bordas do tumor removido por cirurgia que é realizada por um patologista para definir se todas as células tumorais foram completamente retiradas.

  • MASTECTOMIA

    Remoção cirúrgica da mama. Pode ser dos tipos: Radical (retirada total da mama, dos músculos e da pele); Radical Modificada (retirada total da mama e da pele associada, com preservação dos músculos da região peitoral); Adenomastectomia (retirada do tecido mamário, com preservação dos músculos e da pele).

  • MEDULA ESPINHAL

    Uma estrutura comprida, frágil e fusiforme, que começa no final do tronco cerebral e se estende quase até o fim da coluna vertebral. É constituída por nervos que transportam as mensagens de entrada e de saída entre o cérebro e o resto do organismo.

  • MEDULA ÓSSEA

    Tecido existente no interior dos ossos, também conhecido como tutano, responsável pela produção de células sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas). Pode ser afetada por algumas infecções, como a tuberculose, e por alguns tipos de câncer, como as leucemias, o mieloma múltiplo e outras neoplasias hematológicas.

  • MELANOMA

    O melanoma é um tipo de câncer de pele que tem origem nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele. Pessoas brancas, principalmente loiras e ruivas, têm tendência a desenvolver mais a doença por sofrer mais queimaduras do que as de pele escura. Veja mais sobre a doença.

  • METÁSTASE

    Estágio em que o câncer se espalha pelo organismo, a partir de um tumor originário de outro órgão. As células tumorais do tumor inicial (tumor primário) se desprendem e chegam a outro local do organismo através da circulação linfática ou da corrente sanguínea. Nesse outro local, as células cancerígenas fixam-se e desenvolvem-se, formando a metástase.

  • MÉTODOS DIALÍTICOS

    Hemodiálise, diálise peritoneal, hemoperfusão; métodos que substituem o rim lesado para filtração e eliminação de substâncias tóxicas e eletrólitos, normalmente realizados pelo rim normal.

  • METABÓLITOS

    Subprodutos da quimioterapia.

  • MESOTELIOMA

    Tumor derivado do tecido mesotelial (peritônio, pleura, pericardio). Pode ser benigno ou maligno. A variedade maligna é usualmente o resultado da exposição ao asbesto.

  • MELENA

    Fezes escuras devido à presença de sangue, sinal de hemorragia digestiva alta.

  • MELANÚRIA

    Presença de melanina na urina.

  • MELANODERMA

    Aumento anormal, difuso ou generalizado, da quantidade de melanina na pele, devido ao aumento de produção de melanina pelos melanócitos normalmente presentes ou ao aumento da quantidade dos melanócitos e produção de manchas hiperpigmentadas.

  • MELANÓCITO

    É a célula responsável pela fabricação do pigmento (melanina).

  • MELANINA

    Pigmento escuro que dá coloração à pele e ao cabelo e também está presente na coroide do globo ocular.

  • MIOPATIA

    Qualquer doença nos músculos.

  • MIELOTÓXICOS

    Que é prejudicial para a medula óssea.

  • MICROCALCIFICAÇÕES

    São pequenos cristais de cálcio que se depositam em várias partes do corpo. É muito comum após certa idade as mulheres apresentem, quando vão fazer o exame de mamografia, microcalcificações na mama. Elas aparecem naturalmente, são fisiológicas e não podem ser evitadas.

  • MICOTOXINAS

    Compostos tóxicos produzidos na comida como resultado da contaminação por fungos.

  • MIELODISPLASIA (SÍNDROME MIELODISPLÁSICA)

    A síndrome mielodisplásica, também chamada de mielodisplasia ou SMD, é um grupo de distúrbios do sangue caracterizado pela incapacidade das células tronco da medula óssea de se desenvolverem em células sanguíneas maduras e funcionais. Uma das doenças hematológicas mais comuns em pacientes com mais de 70 anos. A anemia é o sinal mais marcante da SMD, presente em mais de 90% dos pacientes.

  • MIELOMA MÚLTIPLO

    É a mais comum entre as neoplasias malignas de células sanguíneas. Acomete principalmente pacientes idosos. A doença é caracterizada pela proliferação de plasmócitos na medula óssea. No mieloma múltiplo, a presença de células tumorais pode resultar na secreção aumentada de imunoglobulinas anormais, resultando em aumento do risco de infecções. Além disso, o excesso de proteínas pode sobrecarregar a filtração do sangue pelos rins, levando à insuficiência renal.

  • MORBIDADE

    Número de casos de uma doença em grupo populacional.

  • MOLÉCULA

    A menor partícula em que um elemento ou composto pode ser dividido sem mudar suas propriedades químicas e físicas. Um grupo de átomos unidos quimicamente.

  • MUCOSITE

    Inflamação das mucosas, que ocorre com maior frequência nos órgão do sistema digestivo, incluindo a lábio, língua, bochecha, gengiva, faringe, esôfago, reto e canal anal. É um evento adverso que pode resultar do uso de quimioterapia ou radioterapia. A mucosite pode ser amenizada com procedimentos médicos e alimentação adequada, podendo também ser indicada a prevenção da infecção por fungos. Em geral, esse efeito colateral melhora significativamente ao longo de algumas semanas após o término do tratamento.

  • MUTAÇÃO

    Corresponde à alteração de um gene, podendo afetar seu funcionamento normal. A mudança de aminoácido na proteína poderá determinar alterações funcionais na proteína (maior ou menor atividade metabólica ou mesmo a perda da função).

  • NEOADJUVANTE

    Terapia realizada antes do tratamento principal. Em alguns casos a quimioterapia e radioterapia podem ser aplicadas antes da cirurgia com o objetivo de diminuir o tamanho do tumor. Assim, pode-se facilitar a retirada da lesão, aumentado a chance de sucesso do procedimento.

  • NEOPLASIA

    Qualquer proliferação anormal e descontrolada de células, que resulta em um tumor benigno ou maligno. Somente a neoplasia maligna é chamada de câncer.

  • NEUTROPENIA

    Diminuição do número de neutrófilos (célula de defesa) no sangue abaixo dos níveis normais. Pode ser aguda (curta duração) ou crônica (duração maior que três meses). Em oncologia, a neutropenia pode surgir como um efeito colateral do tratamento do câncer, causado pela quimioterapia, radioterapia e/ou drogas de alvo molecular.

  • NEUROPÁTICA

    Tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro.

  • NEUROBLASTOMA

    Tumor maligno originário do sistema nervoso simpático e geralmente atinge crianças de 2 a 4 anos. São mais frequentes na medula da glândula suprarenal, podendo também ocorrer no mediastino posterior ou em outras regiões onde exista tecido nervoso do sistema simpático.

  • NEURALGIA

    Dor intensa, incessante, pulsátil ou em forma de punhalada, no trajeto ou distribuição de um nervo. Provocada por uma mudança na estrutura ou função neurológica dos nervos.

  • NEFROSTOMIA

    Colocação de cateter transcutâneo, orientado ou dirigido pela tomografia ou ultrassom, com o objetivo de procurar ou drenar o rim. Permite desobstrução ureteral e recuperação da função renal em pacientes com uropatia obstrutiva (bloqueio do fluxo urinário).

  • NÉFRON

    Menor unidade funcional do rim. Em cada um dos rins de uma pessoa, existem cerca de 4 milhões de néfrons. O sangue é filtrado no néfron, a maioria das substâncias é reabsorvida e retorna ao sangue e o restante é eliminado através da urina.

  • NEFRECTOMIA RADICAL

    Cirurgia que envolve a retirada de todo o rim.

  • NITROSAMINAS

    Substância derivada do nitrito (substância química) que é encontrada em alguns tipos de alimentos como defumados e corantes (deixa a carne bem vermelha).

  • NUTRIÇÃO PARENTERAL

    Se refere a nutrição feita por uma via diferente da gastrointestinal. A nutrição parenteral pode servir para complementar (parcial) ou para substituir completamente (total) a alimentação normal. Costuma ocorrer por via venosa (em pacientes em jejum prolongado, com fístulas, ...).

  • NÚCLEO

    Parte da célula onde está o DNA genômico e onde ocorre a síntese do RNA. Corpúsculo esférico que constitui a parte essencial da célula.

  • OTOLOGIA

    Especialidade da medicina que abrange anatomia, fisiologia, patologia, diagnóstico e tratamento do ouvido.

  • OSTOMIA

    É um procedimento cirúrgico que consiste na abertura de um órgão oco como algum trecho do tubo digestivo, do aparelho respiratório, urinário, ou outro qualquer, podendo ou manter uma comunicação com o meio externo, através de uma fístula.

  • OSTEOSARCOMA

    Tumor maligno caracterizado por células que formam tecido ósseo ou osteóide.

  • OSTEOPLASTIA

    Cirurgia caracterizada pela remoção de tecido ósseo com o objetivo de remodelação da forma.

  • OSTEO

    Relativo a osso.

  • PARÊNQUIA HEPÁTICO

    Tecido do fígado.

  • PARATIREOIDECTOMIA

    Cirurgia para remoção do tecido paratireoide (grupo de quatro glândulas localizadas atrás da glândula tireoide da garganta) pode ser parcial ou total.

  • PARATIREOIDEANO

    Hormônio produzido pelas paratireoides (4 glândulas situadas na tireoide).

  • PAPILOMA

    Infecção que causa verrugas em diversas partes do corpo, dependendo do tipo do vírus.

  • PAPANICOLAU

    Exame ginecológico realizado para prevenir o câncer de colo de útero. Investiga a presença de micro-organismos (fungos, vírus e bactérias) potencialmente prejudiciais e alterações nas células do útero.

  • PARESTESIA

    Sensação de latejamento, formigamento ou dormência em uma região do corpo, sem um efeito físico aparente. Inúmeras condições podem provocar parestesia, incluindo doenças do sistema nervoso, imunológico e circulatório, infecções e diabetes. Em oncologia, a parestesia pode aparecer como um efeito colateral do tratamento com quimioterápicos.

  • PERITÔNIO

    Tipo de membrana que reveste a parte interna do abdome. Serve de suporte para órgãos internos e vasos sanguíneos que passam pela região.

  • PESQUISA CLÍNICA

    Toda pesquisa que envolva o ser humano, individualmente ou em grupos, de forma direta ou indireta, em sua totalidade ou partes dele (sangue, DNA, tecidos). Os estudos científicos usando têm como objetivo avaliar a segurança e eficácia de um procedimento ou medicamento em teste por meio da coleta de dados (exames, procedimentos, coleta de sangue e outros materiais biológicos, entrevistas etc). Saiba mais sobre pesquisa clínica aqui.

  • PET SCAN

    Sigla para o exame de tomografia por emissão de pósitrons. Esse exame se caracteriza pela infusão na corrente sanguínea de uma substância fracamente radioativa, cuja distribuição pelo organismo é medida por um equipamento. Esse equipamento reconstrói a imagem do organismo e identifica as regiões do corpo de acordo com o grau de captação da substância radioativa. Em oncologia, geralmente são injetadas substâncias captadas por células com alto índice de proliferação. Dessa forma, as áreas com alta captação usualmente correspondem aos locais de existência de neoplasia.

  • PERISTALTISMO

    Movimento de contração do tubo digestivo em onda progressiva, de cima para baixo, de forma a deslocar seu conteúdo no sentido do ânus.

  • PERIÓSTEO

    É a membrana que recobre o osso, sendo a única parte do osso sensível à dor.

  • PERÍNEO

    Região do corpo humano que começa, para as mulheres na parte de baixo da vulva e estende-se até o ânus. No homem, localiza-se entre o saco escrotal e o ânus.

  • PICNOSE

    Alteração degenerativa do núcleo da célula, o qual diminui até menos de 6 micras de diâmetro. "Massa estrutural opaca".

  • PLAQUETAS

    Células produzidas na medula óssea, presentes na corrente sanguínea e que atuam na coagulação do sangue. Sua ação pode evitar os sangramentos ou reduzir sua duração e intensidade.

  • PLAQUETOPENIA

    Trata-se da diminuição do número de plaquetas no sangue, que pode surgir em decorrência de diversas situações clínicas, incluindo doenças do sistema imunológico, infecções, deficiências vitamínicas e doenças hereditárias. A plaquetopenia também pode ser um efeito colateral de certos medicamentos, incluindo algumas drogas usadas no tratamento do câncer.

  • PLASMÓCITO

    Célula do sangue, originada na medula óssea e que pertence ao sistema imunológico do ser humano.

  • PLEOMORFISMO

    As formas variadas que podem apresentar um mesmo microrganismo.

  • PLAQUETOPENIA

    Diminuição do número de plaquetas do sangue a níveis abaixo dos considerados normais. Situação que prejudica a coagulação e pode causar sintomas como manchas roxas ou avermelhadas na pele, sangramento nas gengivas ou pelo nariz.

  • PLACEBO

    Fármaco, terapia ou procedimento inerte que apresenta efeitos sugestivos (psicológicos) no paciente.

  • PINEAL

    Glândula endócrina localizada no Sistema Nervoso Central, também chamada de terceiro olho, por ter a mesma origem embrionária do olho. Exerce papel na regulação dos chamados ciclos circadianos, que são os ciclos vitais (principalmente o sono), e no controle das atividades sexuais e de reprodução.

  • POTÁSSIO

    O potássio é um micronutriente que constitui cerca de 5% do total de minerais do organismo. Está envolvido na regulação do volume celular e da atividade neuromuscular. Seu nível sanguíneo (potassemia) pode ser medido através de exame de sangue. A concentração de potássio no sangue pode se elevar (hiperpotassemia ou hipercalemia) em algumas doenças, eventualmente resultando em distúrbios cardíacos. Insuficiência renal e doenças das glândulas adrenais estão entre as possíveis causas de hiperpotassemia. Em alguns casos, durante o tratamento do câncer, as células tumorais podem ser destruídas de forma muito rápida, aumentando subitamente a quantidade de nutrientes no sangue, entre eles, o potássio. Essa situação é chamada de síndrome de lise tumoral.

  • POLIPOSE FAMILIAL

    Síndrome hereditária responsável pelo aparecimento de pólipos no intestino e com potencial de se transformar em câncer.

  • PÓLIPOSE

    Doença caracterizada pela presença de pólipos.

  • PÓLIPO

    Tumor benigno (semelhante a uma verruga) que se forma na parede interna de um órgão, como o intestino, por exemplo. O pólipo intestinal é uma alteração causada pelo crescimento anormal da mucosa do intestino grosso (cólon e reto). É uma das condições mais comuns que afeta o intestino, ocorrendo em 15 a 20% da população.

  • PRIMEIRA LINHA

    Refere-se ao primeiro tratamento sistêmico utilizado em casos de câncer com metástases.

  • PROGNÓSTICO

    Em medicina, refere-se à tentativa de traçar a provável evolução de uma doença. O nível sanguíneo de DHL (enzima desidrogenase láctica) é um fator prognóstico importante nos casos de linfoma, assim como o PSA (antígeno prostático) também é analisado no prognóstico do câncer de próstata. Os fatores prognósticos mais comumente utilizados incluem o estado geral do paciente, o tamanho do tumor, o comprometimento de linfonodos e a presença de metástases.

  • PROTOCOLO

    Termo utilizado em pesquisas clínicas para se referir ao conjunto de informações relativas a um estudo científico. Essas informações incluem a justificativa para a realização do estudo, além de seu desenho, objetivos, métodos, procedimentos, tratamentos, duração e resultados esperados. A palavra também tem sido aplicada com o sentido de diretriz de tratamento, que diz respeito a documentos que têm como objetivo guiar e padronizar o manejo de certas doenças.

  • PROSTATECTOMIA

    Remoção cirúrgica de parte ou toda a próstata.

  • PSA (ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO)

    É uma substância normalmente produzida pela glândula prostática, que tem como função a liquefação do sêmen, facilitando a movimentação dos espermatozoides. Uma pequena parte do PSA produzido pelas células da próstata é lançada na corrente sanguínea. Os níveis de PSA no sangue podem estar aumentados em algumas doenças da próstata, entre as quais infecções do órgão, câncer de próstata e hiperplasia prostática benigna. O PSA é um importante fator prognóstico do câncer de próstata, assim como suas alterações ao longo do tempo. É utilizado no acompanhamento pós-tratamento do câncer de próstata, auxiliando a detectar precocemente eventuais recidivas da doença.

  • PUNÇÃO LIQUÓRICA

    Coleta do líquido que banha o cérebro e transita através da medula espinal. O procedimento é feito através de uma agulha, que retira um pouco desse material a fim de que o mesmo possa ser examinado.

  • PROTOCOLECTOMIA

    Cirurgia que retira todo o intestino grosso (cólon e o reto).

  • PROTEÍNA

    Molécula composta de aminoácidos que são ordenados conforme informação genética mantida no gene, e responsável pelas atividades metabólicas dentro da célula.

  • PRONTUÁRIO MÉDICO

    Documentos padronizados e ordenados pelo profissional médico que contém todas as informações diagnósticas e terapêuticas referentes ao atendimento médico do paciente e sua doença.

  • PROLIFERAÇÃO

    Multiplicação de células para produzir formas similares.

  • PROLACTINA

    Um dos hormônios produzidos pela hipófise que estimula as glândulas mamárias a produzir leite materno na gravidez. Também é responsável por regular outros hormônios participando da ovulação e da menstruação.

  • QUADRANTECTOMIA

    Uma das modalidades de cirurgia conservadora da mama que consiste na remoção de aproximadamente um quarto do órgão. Assim, visa a garantir a retirada total do tumor, com margens cirúrgicas de segurança.

  • QUIMIOTERAPIA

    Tipo de tratamento sistêmico que utiliza medicamentos que matam as células tumorais por interferirem com as funções celulares e de reprodução. A quimioterapia pode envolver a administração de uma única droga ou de múltiplas drogas combinadas em um regime pré-determinado de tratamento. Dependendo da droga, a via de administração pode ser oral, intravenosa ou intramuscular. Além disso, a quimioterapia é geralmente aplicada de acordo com um ciclo de tratamento. Para saber mais sobre a quimioterapia, consulte a seção "Perguntas Frequentes - Quimioterapia".

  • QUIASMA

    Estrutura anatômica na linha média do crânio, da qual parte as vias ópticas.

  • RADIOTERAPIA

    Direcionamento de radiações ionizantes para tratamento de células cancerígenas, controle da doença e destruição de tumores. Neste tipo de tratamento, as células normais afetadas têm maior capacidade de se recuperar dos danos causados pela radiação.

  • RADICAIS LIVRES

    Moléculas altamente reagentes, instáveis e de vida curta que estão relacionadas ao processo de surgimento do câncer ao reagir com elementos celulares, particularmente com o DNA. Fatores externos podem contribuir para a formação de radicais livres nos organismos, como a poluição ambiental, a radiação ultravioleta, resíduos de pesticidas e substâncias presentes em alimentos e bebidas como aditivos químicos, conservantes e hormônios. Também são associados à formação de radicais livres o estresse e maus hábitos de vida como consumo de álcool, cigarro, gorduras saturadas e gorduras trans.

  • RADIAÇÕES IONIZANTES

    Aquelas que têm energia suficiente para liberar elétrons da estrutura atômica, como os raios gama, raios X, partículas beta, partículas alfa, etc.

  • RADIOFÁRMACOS

    Um radiofármaco é uma substância química com algum elemento radioativo associado para ser reconhecido pelo organismo como similar a uma substância que será processada por um órgão ou tecido. São introduzidas no corpo do paciente por ingestão, inalação ou injeção e usadas em procedimentos de diagnóstico ou tratamento.

  • RABDOMIOSSARCOMA

    Tumor maligno de origem embrionária que afeta as fibras musculares.

  • RECEPTOR DE ANDRÓGENO

    O receptor de andrógeno é uma proteína normalmente encontrada no sistema urogenital masculino (e nas áreas onde crescem pelos) à qual se ligam os hormônios masculinos (testosterona e diidrotestosterona). Essa ligação leva a uma série de reações químicas que resultam na expressão de certos genes.

  • RECEPTOR DE ESTRÓGENO

    O receptor de andrógeno é uma proteína é normalmente encontrada em células do ovário e do endométrio à qual se ligam alguns hormônios femininos (os estrógenos). Essa ligação leva a uma série de reações químicas que culminam com a expressão de certos genes.

  • RECEPTOR DE PROGESTERONA

    O receptor de progesterona é uma proteína normalmente encontrada em células do sistema reprodutor feminino e no sistema nervoso central à qual se liga a progesterona (hormônio feminino). Essa ligação leva a uma série de reações químicas que culminam com a expressão de certos genes.

  • RECIDIVA

    Também conhecida como recaída ou recorrência, a recidiva é o retorno da atividade de uma doença.

  • REMISSÃO

    Fase em que não há sinais de atividade da doença. A ausência de sinais pode não significar a cura completa, podendo haver risco de recidiva. O diagnóstico de remissão prevê um tempo de ausência de sinais detectáveis em exame clínico e laboratorial que varia para cada tipo de câncer.

  • RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

    Método de diagnóstico por imagem que utiliza um campo eletromagnético para reproduzir imagens de alta definição de estruturas e órgãos internos do corpo.

  • RETROPERITÔNIO

    Espaço anatômico localizado atrás da cavidade abdominal. Nesse local, encontram-se alguns órgãos, como o pâncreas e os rins, além de parte do intestino.

  • RNA

    Molécula de ácido nucléico que representa a cópia fiel da informação genética contida no gene (DNA). A sequência das bases nitrogenadas do RNA é traduzida, no citoplasma das células, para determinar a sequência de aminoácidos de uma proteína.

  • RETROPERITONIAL

    Região que fica atrás do peritôneo (membrana que envolve os órgãos do abdome)

  • RETOSSIGMOIDOSCOPIA

    Exame realizado para visualizar o interior do canal anal, reto e cólon sigmoide e intestino grosso (porção final).

  • RETINOBLASTOMA

    Tumor maligno que se forma na retina e provoca deformação no globo ocular. São mais frequentes em crianças na faixa etária de até 3 anos de idade.

  • RETINA

    Parte mais escura do globo ocular responsável pela formação de imagens. É composta de 9 camadas de células e/ou fibras nervosas.

  • RESSECÇÃO

    Procedimento cirúrgico para a remoção, total ou parcial, de um órgão ou parte de um corpo.

  • RESPOSTA IMUNOLÓGICA

    É a ativação do sistema de defesa do organismo contra substâncias externas.

  • SARCOMA

    Tumor maligno de partes moles (cartilagem, gordura, músculo e vasos sanguíneos). Os tumores ósseos também são chamados de sarcomas, embora estejam em outra categoria devido às suas características.

  • SALPINGO-OOFORECTOMIA

    Remoção cirúrgica de uma trompa de Falópio e de um ovário.

  • SALPINGO-OOFORECTOMIA BILATERAL

    Remoção cirúrgica das duas trompas de Falópio e de ambos os ovários.

  • SEGUNDA LINHA

    Refere-se ao primeiro tratamento sistêmico utilizado em casos de câncer com metástases.

  • SEPTICEMIA

    Infecção generalizada grave do organismo, causada por microrganismos patogênicos (fungos, bactérias ou vírus), que podem surgir de outra infecção mais simples. Em caso de pacientes hospitalizados, as causas bacterianas mais comuns são pneumonia, infecção de sutura e abcessos. A septicemia é caracterizada por febre, aumento da frequência cardíaca e respiratória, e granulocitose.

  • SETORECTOMIA

    Uma das modalidades de cirurgia conservadora da mama consiste na remoção de um setor do órgão, no qual existe a lesão. Assim, visa a garantir a retirada total do tumor, com margens cirúrgicas de segurança.

  • SÍNDROME DE LISE TUMORAL

    A síndrome de lise tumoral é uma situação que pode ocorrer durante o tratamento do câncer, quando as células tumorais são destruídas de forma muito rápida, aumentando subitamente a quantidade de determinadas substâncias no sangue. Entre essas substâncias estão o potássio, a DHL, a creatinina, o fosfato e o ácido úrico. Pode ocorrer no tratamento de qualquer tipo de câncer, mas é observada com frequência no tratamento dos linfomas e outras neoplasias hematológicas. A síndrome de lise tumoral pode prejudicar o funcionamento dos rins (insuficiência renal) e causar alterações cardíacas, neurológicas, pulmonares e gastrintestinais.

  • SÍNDROME MÃO-PÉ

    A síndrome mão-pé, também conhecida como eritrodisestesia palmo-plantar, é um efeito colateral causado por alguns quimioterápicos e por algumas drogas de alvo molecular, que pode acometer a pele das mãos e/ou dos pés dos pacientes. Caracteriza-se por um quadro inicial de parestesia, podendo então evoluir com o surgimento de vermelhidão da pele (eritema), rachaduras e, em alguns casos, dor.

  • SÍNDROME MIELODISPLÁSICA

    Veja MIELODISPLASIA.

  • SÓDIO

    O sódio é um micronutriente essencial para a mobilidade muscular e também na distribuição de água e volume sanguíneo. Alguns quimioterápicos podem causar a diminuição dos níveis de sódio no sangue (hiponatremia), que acarreta dor de cabeça, fraqueza, confusão mental, tontura e sonolência. Durante o tratamento, é importante monitorar os níveis de sódio através do exame de sangue.

  • SUPLEMENTO ALIMENTAR

    Substâncias químicas produzidas para complementar a alimentação. Isto inclui suplementos nutricionais, multivitaminas, etc. São indicados apenas nos casos em que a alimentação não consegue suprir as necessidades do organismo.

  • SUCO GÁSTRICO

    Líquido secretado pelo estômago que participa do processo de digestão.

  • SOMÁTICA

    Refere-se às doenças ou sensações que são meramente físicas e que se expressam de maneira clara e visível em alguma parte do organismo.

  • SOBREVIDA

    Refere-se o prognóstico de um paciente. Expectativa de vida após o diagnóstico de doença. Uma taxa de sobrevida de câncer é uma estatística que reflete uma percentagem estimada de chance de sobreviver a um câncer específico. O número é baseado em casos relatados da doença.

  • SNP (SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO)

    É o sistema nervoso situado fora do envoltório ósseo. Exceção é feita para os nervos motores, que embora tenham seus corpos celulares no interior da caixa craniana/ canal vertebral, também são considerados como fazendo parte deste sistema.

  • SNC (SISTEMA NERVOSO CENTRAL)

    É a parte do sistema nervoso que possui um envoltório ósseo (conjunto do encéfalo e da medula espinhal).

  • SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO

    Prepara o organismo para reagir a situações de medo, estresse e excitação, adequando o funcionamento de diversos sistemas internos para um estado de prontidão. No Sistema Nervoso Simpático a sinapse (impulso nervoso) intermediária tem como mediadores principais as catecolaminas.

  • SINTOMA

    Qualquer alteração que a pessoa percebe em seu corpo, metabolismo ou sensações; descrito pelo paciente ao consultar um médico.

  • SINERGIA

    Ação simultânea de diversos músculos ou órgãos na realização de uma função.

  • SÍNDROMES PARANEOPLÁSICAS

    Conjunto de sinais e sintomas que antecedem ou que ocorrem concomitantes à presença de um câncer no organismo, como diarreia, trombose venosa profunda, hipercalcemia, hiponatremia, secreção inapropriada de hormônio antidiurético, etc...

  • SÍNDROME DE CUSHING

    Causada por um tumor benigno (adenoma) na hipófise que aumenta a produção de cortisol. Caracteriza-se por alterações como face de lua cheia, retenção de líquidos, redução à tolerância por carboidratos, entre outras.

  • SIGMOIDE DISTAL

    O sigmoide é uma das cinco partes do intestino grosso. Situa-se entre o cólon esquerdo e o reto. A parte distal do sigmoide é aquela que está mais próxima do reto.

  • SEROTONINA

    Neurotransmissor cerebral; regula a atividade de outras células.

  • SEPTICEMIA

    Infecção bacteriana sistêmica.

  • TELETERAPIA

    Também conhecida como radioterapia externa, nessa modalidade de radioterapia a fonte de radiação é externa ao paciente, posicionada a no mínimo 20 cm de distância do mesmo.

  • TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

    Exame de diagnóstico por imagem que se baseia na utilização de uma fonte móvel de raios-X. A partir de diversas posições da fonte em relação ao paciente, as informações são processadas por computador, resultando em uma reconstrução mais precisa do que aquela obtida pelas radiografias simples. Em alguns casos, o exame de tomografia pode requerer a injeção intravenosa de uma substância, denominada contraste, usada para realçar os vasos sanguíneos e as estruturas com grande aporte de sangue. Existe ainda outro tipo diferente de tomografia, denominada tomografia por emissão de pósitrons, também conhecida como PET Scan.

  • TOXICIDADE

    Em oncologia, a toxicidade de um tratamento abrange o conjunto de possíveis efeitos colaterais desse tratamento. A avaliação da toxicidade de um medicamento ou método terapêutico é realizada ao longo das diversas etapas de pesquisa clínica que são transpostas antes da aprovação do tratamento para uso regular.

  • TUMORIGÊNESE

    Processo através do qual se originam os tumores ou processo que visa explicar a origem de um determinado tumor.

  • TUMOR DE WILMS

    Tumor maligno do rim. Por não ter muitos nervos ligados ao órgão, o tumor pode crescer sem causar dor ou desconforto. É mais frequente na infância, até os 7 anos de idade.

  • TUMOR

    Ver NEOPLASIA.

  • TROFISMO

    Volume de massa muscular existente no corpo.

  • TRASUDADO

    Líquido extravasado e pobre em proteínas.

  • TOXOCARIASE

    Também conhecida como Síndrome da Larva Migrans Visceral (SLMV), é uma infecção que pode afetar o olho podendo ser confundida com Retinoblastoma.

  • TOLERÂNCIA

    É o mecanismo variado pelo qual uma determinada substância, para exercer sua atividade fim, necessita aumento progressivo de dosagem ou frequência.

  • TOQUE RETAL (EXAME)

    Exame no qual um médico urologista insere o dedo indicador, devidamente lubrificado e protegido por uma luva, no ânus do paciente para sentir a região do fim do intestino grosso. O exame é indolor e é essencial para diagnosticar doenças como o câncer de próstata e a hiperplasia prostática benigna (HPB).

  • TIREOIDECTOMIA

    Cirurgia para remoção da tireoide parcial ou total.

  • TERAPIA-ALVO

    Utiliza drogas para identificar e atacar especificamente as células cancerígenas, provocando pouco dano às células normais.

  • TERAPIA ANTINEOPLÁSICA

    Conjunto de procedimentos terapêuticos medicamentos aplicados, isoladamente ou em combinação, ao paciente oncológico.

  • TAQUIFILAXIA

    Rápida diminuição do efeito de um medicamento em doses consecutivas.

  • UNACON (UNIDADE DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA)

    Unidades de saúde criadas para oferecer assistência geral, especializada e integral ao paciente com câncer, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento. Todos os estados brasileiros têm pelo menos um hospital habilitado em oncologia, onde o paciente de câncer encontrará desde um exame até cirurgias mais complexas. Cabe às secretarias estaduais e municipais de Saúde organizar o atendimento dos pacientes na rede assistencial, definindo para que hospitais os pacientes, que precisam entrar no sistema público de saúde por meio da Rede de Atenção Básica, deverão ser encaminhados (UNACON ou CACON).

  • ULTRASSONOGRAFIA

    Também conhecido como ultrassom, trata-se de um procedimento que permite visualizar as estruturas internas do organismo. É utilizado para diagnóstico de diversas doenças.

  • URETROCISTOGRAFIA

    Exame de imagem onde após a injeção de contraste é possível visualizar o trajeto dos ureteres e da bexiga.

  • URETEROITEOSTOMIA CUTÂNEA

    Técnica cirúrgica realizada em pacientes que realizaram cistectomia radical (retirada da bexiga) e que precisam de uma neobexiga. Para a saída da urina, é realizada uma abertura na parede do abdome.

  • VISCERAL

    Relativo à víscera.

  • VÍSCERA

    São os órgãos internos do corpo que contêm espaço(s) que podem servir para digestão, respiração, armazenamento de excretas ou secreções. Localizados nas cavidades craniana, torácica ou abdominal.

  • VESICANTE (DROGAS)

    Medicamentos que causam irritação e bolhas cutâneas.

  • VENÓCLISE

    Punção venosa (injeção).

  • VIGILÂNCIA ATIVA

    A vigilância ativa é o monitoramento do câncer de próstata em estágios iniciais, por meio de exames e consultas, para evitar ou adiar o máximo de tempo possível a cirurgia ou a radioterapia.

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