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Histórico familiar é fator de risco para doenças cardiovasculares

O histórico de doenças cardiovasculares dentro de uma mesma família pode contribuir para que outras pessoas desenvolvam as mesmas doenças, mesmo mantendo uma alimentação adequada e uma rotina de exercícios físicos.

O grau de parentesco é o que determina, na maioria das vezes, se o histórico familiar precisa ser levado em consideração ou não. Pais e filhos, por exemplo, são considerados parentes de primeiro grau. Caso o pai ou a mãe sofra de alguma doença cardiovascular, é provável que os filhos também sofrerão.


Avós e irmãos, por outro lado, são considerados parentes de segundo grau, o que diminui consideravelmente, segundo dizem os especialistas, as chances de se herdar uma doença cardiovascular. Ainda é preciso, porém, manter-se alerta, porque as chances continuam a existir, apesar de serem menores. 

O envelhecimento é um dos principais fatores que implicam em doenças cardiovasculares. Eles também podem ser relacionados à hereditariedade, já que, quanto mais cedo os familiares adoecem, maior é a indicação de que haja um traço genético forte que pode levar ao adoecimento de outro membro da família.

Mas fatores genéticos não são diagnósticos e, portanto, não devem provocar medo. Existem maneiras de amenizar sua incidência para doenças cardiovasculares, como uma dieta e uma rotina de exercícios físicos adequados, além da vigilância constante caso surja algum sintoma e o tratamento precoce. 

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