Acreditamos que a doença não é um ponto final, mas uma pausa na vida das pessoas — Ligue para 0800 222 2224

Logo Instituto Lado a Lado pela Vida
Nossa Atuação Núcleo Laços de Afeto Eventos Exposição Caminhos da Saúde Notícias Câncerômetro
Doe
    Logo Instituto Lado a Lado pela Vida
    Nossa Atuação Núcleo Laços de Afeto Eventos Exposição Caminhos da Saúde Notícias Câncerômetro
    Doe
    Nossas Campanhas: Novembro azul Novembro azul Respire Agosto Respire Agosto Siga seu coração Siga seu coração Mulher por inteiro Mulher por inteiro

    A campanha

    O Instituto Lado a Lado pela Vida realiza a campanha Mulher Por Inteiro para conscientizar sobre os cânceres de mama, ovário, colo do útero e endométrio desde 2017.

    Durante o ano todo e com mais ênfase em outubro, a campanha dissemina informações de qualidade sobre prevenção, detecção precoce e cuidados com a saúde da mulher que devem ir além do câncer de mama. Inúmeras ações e momentos de debate discutem e pensam caminhos para as necessidades de saúde que afetam a população feminina brasileira em relação ao câncer.

    O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o Brasil terá 781 mil novos casos de câncer por ano, entre 2026 e 2028. Entre as mulheres, os tipos mais frequentes incluem o câncer de mama, com 78.610 novos casos por ano, o câncer do colo do útero, com 19.310 casos, o câncer do corpo do útero, com 9.650 casos, e o câncer de ovário, com 8.020 casos por ano.

    O que é

    O Instituto Lado a Lado pela Vida lançou a campanha Mulher Por Inteiro, em 2017, para conscientizar sobre os cânceres de mama, ovário, colo do útero e endométrio, assim como a endometriose e a menopausa. Prevenção, detecção precoce e cuidados com a saúde são o foco da campanha que acontece o ano todo, trabalhando a mulher além do câncer de mama e realizando ações e fóruns para discutir e pensar em soluções para os problemas de saúde que afetam a população feminina brasileira. As ações são intensificadas durante outubro, mês de conscientização para o câncer de mama, a neoplasia mais frequente em mulheres e, por isso, as atenções estão voltadas para a saúde da mulher. No caso específico do câncer de colo de útero, por exemplo, é possível realizar a prevenção, o que nos casos de mama e ovário, trabalhamos para alertar para o diagnóstico precoce.

    Linha do tempo da campanha

    2017

    Lançamento da campanha

    2017

    1º Workshop Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário

    2017

    I Fórum Tumores Femininos

    2018

    II Fórum Tumores Femininos

    2019

    III Fórum Tumores Femininos

    2019

    Exposição Mulher Por Inteiro

    2021

    Webinar Raio X do Câncer de Ovário

    2022

    Campanha: Olhando a mulher em sua integralidade

    2023

    Tumores Femininos Day 2023

    2023

    Campanha: A força do cuidado mesmo quando não há sinais

    2024

    Tumores Femininos Day 2024

    2024

    Campanha: Eu sou #mulherporinteiro

    2025

    Webinar: Elas por Elas

    IMPACTO

    NÚMERO DE CASOS DE CÂNCER DE MAMA NO BRASIL

    78.610

    TRIÊNIO DE 2026-2026

    POSIÇÃO DO CÂNCER DE MAMA ENTRE OS CÂNCERES NO PAÍS

    1ª

    SEM CONSIDERAR OS TUMORES DE PELE NÃO MELANOMA

    NÚMERO DE CASOS DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO BRASIL

    19.310

    TRIÊNIO DE 2026-2026

    POSIÇÃO DO CÂNCER DE MAMA ENTRE OS CÂNCERES NO PAÍS

    6ª

    SEM CONSIDERAR OS TUMORES DE PELE NÃO MELANOMA

    Câncer de Colo de Útero

    O câncer de colo de útero é um tipo de câncer que se desenvolve na parte inferior do útero, chamada colo do útero. Ele é geralmente causado por infecção persistente pelo HPV (Papilomavírus Humano), um vírus muito comum que se transmite pelo contato sexual.

    Fatores de risco

    Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver esse câncer:

    • Infecção pelo HPV, especialmente tipos de alto risco;
    • Início precoce da vida sexual;
    • Múltiplos parceiros sexuais;
    • Sistema imunológico enfraquecido;
    • Tabagismo;
    • Histórico de doenças sexualmente transmissíveis;
    • Falta de exames preventivos regulares.

     

    Sintomas

    No início, o câncer de colo de útero pode não apresentar sintomas. Quando aparecem, os sinais mais comuns incluem:

    • Sangramento vaginal fora do período menstrual;
    • Sangramento após relação sexual;
    • Corrimento vaginal anormal;
    • Dor na região pélvica ou durante a relação sexual.
    • O diagnóstico precoce é essencial, pois permite tratar antes que a doença se espalhe.

    Prevenção

    É possível reduzir muito o risco com medidas simples:

    • Vacinação contra HPV, indicada principalmente para meninas e meninos jovens;
    • Uso de preservativos nas relações sexuais;
    • Exames preventivos regulares (Papanicolau), a partir dos 25 anos;
    • Evitar tabagismo;
    • Manter acompanhamento médico periódico.

    Diagnóstico

    O diagnóstico envolve exames ginecológicos:

    • Papanicolau, que detecta alterações nas células do colo do útero;
    • Colposcopia, exame detalhado do colo;
    • Biópsia, retirada de fragmento para análise laboratorial;
    • Exames de imagem, em casos avançados, para avaliar a extensão da doença.

    Tratamento

    O tratamento depende do estágio do câncer e pode incluir:

    • Cirurgia para remover parte ou todo o útero;
    • Radioterapia, para destruir células cancerígenas;
    • Quimioterapia, usada sozinha ou em combinação com radioterapia;
    • Acompanhamento contínuo, com exames regulares, para garantir a eficácia do tratamento e prevenir recidivas.
    • Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de cura são muito maiores.

    Câncer de endométrio, o que é?

    O câncer de endométrio é um tipo de câncer que se desenvolve no endométrio, a camada interna do útero. Ele é mais comum em mulheres acima de 50 anos e geralmente surge quando há alterações nas células que revestem o útero.

    Fatores de risco

    Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver câncer de endométrio:

    • Idade avançada, especialmente após a menopausa;
    • Excesso de peso ou obesidade;
    • Diabetes Mellitus tipo 2;
    • Hipertensão Arterial;
    • Histórico de uso prolongado de estrogênio sem progesterona;
    • Menstruação precoce ou menopausa tardia;
    • Histórico familiar de câncer ginecológico;
    • Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP);
    • Síndromes genéticas que aumentam risco de câncer.

    Sintomas

    O câncer de endométrio geralmente apresenta sintomas precoces, o que facilita o diagnóstico:

    • Sangramento vaginal fora do período menstrual ou após a menopausa;
    • Corrimento vaginal anormal;
    • Dor pélvica ou abdominal;
    • Sensação de aumento ou pressão na região pélvica.

     

    Prevenção

    Algumas medidas ajudam a reduzir os riscos:

    • Manter peso saudável e praticar atividade física;
    • Controlar diabetes e pressão alta;
    • Consultas ginecológicas regulares;
    • Relatar qualquer sangramento ou corrimento anormal ao médico;
    • Evitar uso prolongado de hormônio estrogênio sem acompanhamento.

     

    Diagnóstico

    O diagnóstico envolve exames que avaliam o útero e suas células:

    • Exame ginecológico preventivo (Papanicolau);
    • Colposcopia;
    • Exames de imagem, como tomografia ou ressonância;
    • Ultrassonografia transvaginal;
    • Biópsia, para análise das células;

    Tratamento

    O tratamento depende do estágio da doença:

    • Cirurgia para remover o útero e, às vezes, ovários e trompas;
    • Radioterapia, para destruir células cancerígenas;
    • Quimioterapia, em casos mais avançados;
    • Hormonioterapia e terapias avançadas, opções de tratamento usadas em situações específicas, dependendo das características moleculares do tumor.
    • Acompanhamento médico contínuo, com exames regulares, para prevenir recidiva.

    Com diagnóstico precoce, o câncer de endométrio tem altas chances de cura.     

    Câncer de mama, o que é?

    O câncer de mama é o crescimento desordenado de células na mama, que podem formar tumores e, se não tratados, se espalhar para outras partes do corpo. É o tipo de câncer mais comum entre mulheres, mas também pode afetar homens, embora em casos raros.

    Fatores de risco

    Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver câncer de mama:

    • Idade avançada (maior risco após os 50 anos);
    • Histórico familiar de câncer de mama ou ovário;
    • Alterações genéticas (como mutações nos genes BRCA1 e BRCA2);
    • Exposição prolongada a hormônios, como terapia de reposição hormonal;
    • Obesidade;
    • Sedentarismo;
    • Consumo excessivo de álcool;
    • Tabagismo;
    • Menstruação precoce ou menopausa tardia.

    Sintomas

    Nos estágios iniciais, o câncer de mama pode não apresentar sinais, mas alguns sintomas de alerta incluem:

    • Nódulo ou caroço na mama ou axila;
    • Alteração no tamanho ou formato da mama;
    • Pele da mama avermelhada, com aspecto de casca de laranja;
    • Saída de líquido pelo mamilo (não relacionado à amamentação);
    • Dor persistente na mama ou mamilo.

    Prevenção

    Algumas medidas ajudam a reduzir o risco ou identificar precocemente o câncer de mama:

    • Autoexame regular da mama;
    • Mamografia anual a partir dos 40 ou 50 anos, conforme recomendação médica;
    • Manter peso saudável;
    • Praticar exercícios regularmente;
    • Evitar álcool e tabaco;
    • Amamentar, quando possível.

     

    Diagnóstico

    O diagnóstico envolve exames clínicos e de imagem:

    • Exame clínico das mamas pelo médico;
    • Mamografia, para detectar alterações precoces;
    • Ultrassonografia, quando necessário;
    • Biópsia, para confirmar a presença de células cancerígenas;
    • Exames de imagem complementares, em casos avançados, para avaliar extensão.

    Tratamento

    O tratamento depende do tipo e estágio do câncer e pode incluir:

    • Cirurgia para retirar o tumor ou a mama;
    • Radioterapia, para destruir células cancerígenas remanescentes;
    • Quimioterapia, para tratar células que podem ter se espalhado;
    • Terapias hormonais ou alvo, em casos específicos;
    • Acompanhamento contínuo, com exames regulares, para prevenir recidiva.

    Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de cura do câncer de mama são muito altas. 

    Câncer de ovário, o que é?

    O câncer de ovário é o crescimento desordenado de células nos ovários, órgãos do sistema reprodutor feminino que produzem óvulos e hormônios. Ele pode se espalhar para outras partes do corpo e, muitas vezes, é detectado em estágios avançados, porque seus sintomas iniciais são pouco específicos.

    Fatores de risco

    Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver câncer de ovário:

    • Idade acima de 50 anos;
    • Histórico familiar de câncer de ovário, mama ou cólon;
    • Alterações genéticas, como mutações nos genes BRCA1 e BRCA2;
    • Menarca precoce (início da menstruação) ou menopausa tardia;
    • Não ter tido filhos ou ter engravidado após os 35 anos;
    • Síndromes genéticas que aumentam risco de câncer.

    Sintomas

    Nos estágios iniciais, o câncer de ovário pode não apresentar sinais claros, mas alguns sintomas de alerta incluem:

    • Inchaço ou aumento do abdômen;
    • Dor ou desconforto pélvico ou abdominal;
    • Sensação de saciedade rápida ao se alimentar;
    • Necessidade frequente de urinar;
    • Alterações no hábito intestinal;
    • Cansaço excessivo;
    • Perda de peso sem causa aparente.

    Prevenção

    Não há forma garantida de prevenir o câncer de ovário, mas medidas podem reduzir o risco:

    • Acompanhamento médico regular, especialmente se houver histórico familiar;
    • Uso de pílula anticoncepcional, em alguns casos, reduz o risco;
    • Gestação e amamentação, quando possível, podem reduzir o risco;
    • Evitar tabagismo;
    • Atenção aos sinais e sintomas para detecção precoce.

    Diagnóstico

    O diagnóstico envolve exames ginecológicos e de imagem:

    • Exame clínico ginecológico;
    • Ultrassonografia transvaginal;
    • Tomografia ou ressonância magnética, para avaliar a extensão;
    • Exames de sangue com marcadores tumorais (como CA-125);
    • Biópsia, para confirmar a presença de células cancerígenas.

    Tratamento

    O tratamento depende do estágio e tipo do câncer:

    • Cirurgia para remover o ovário afetado, e às vezes útero e trompas;
    • Quimioterapia, para destruir células cancerígenas;
    • Radioterapia, em casos específicos;
    • Acompanhamento contínuo, com exames regulares, para prevenir recidiva.

    Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível controlar a doença e melhorar a qualidade de vida.

    Endometriose, o que é?

    A endometriose é uma doença em que um tecido semelhante ao endométrio tecido que reveste a parte interna do útero, cresce em locais onde não deveria estar, como nas tubas uterinas, ovários, intestino e outras áreas da região pélvica.

    Esse crescimento pode causar uma inflamação persistente e provocar sintomas como cólicas menstruais intensas, dor durante ou após as relações sexuais, dor para evacuar ou urinar durante a menstruação, alterações intestinais e dificuldade para engravidar.

    A endometriose pode atingir mulheres em idade reprodutiva e estima-se que esteja presente em cerca de 5% a 15% delas.

    Tipos de endometriose

    A endometriose pode aparecer em diferentes locais do corpo e apresentar diferentes formas:

    Endometriose peritoneal superficial

    É quando as lesões aparecem na superfície do peritônio, uma membrana que reveste a parte interna do abdômen e da pelve.

    Endometriose ovariana (endometrioma)

    Acontece quando a endometriose se desenvolve nos ovários e pode formar cistos chamados endometrioma, que podem conter sangue acumulado.

    Endometriose infiltrativa profunda

    É uma forma em que as lesões penetram mais profundamente nos tecidos e podem atingir órgãos próximos, como intestino, bexiga, vagina e outras estruturas da pelve. Pode estar associada a dores mais intensas e outros sintomas.

    Fatores de risco

    Alguns fatores podem aumentar a chance de desenvolver endometriose:

    • Menstruação precoce;
    • Ciclos menstruais curtos ou fluxo intenso;
    • Histórico familiar da doença;
    • Não ter tido filhos;
    • Alterações hormonais ou imunológicas;
    • Exposição prolongada ao estrogênio.

    Sintomas

    Os sintomas variam de leve a intenso e podem incluir:

    • Dor pélvica crônica, especialmente durante a menstruação;
    • Dor durante a relação sexual;
    • Sangramento menstrual intenso ou irregular;
    • Infertilidade;
    • Fadiga;
    • Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação.

    Vale lembrar que a intensidade da dor não indica a gravidade da doença.

     

    Prevenção

    Não existe forma comprovada de prevenir a endometriose, mas é possível reduzir os sintomas e os impactos:

    • Buscar acompanhamento ginecológico regular;
    • Registrar sintomas e alterações menstruais;
    • Iniciar tratamento precoce quando houver sinais de dor intensa ou dificuldade para engravidar;
    • Manter hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada e prática de exercícios.

    Diagnóstico

    O diagnóstico envolve exames clínicos e de imagem:

    • Exame ginecológico, para avaliação da região pélvica;
    • Ultrassonografia transvaginal;
    • Ressonância magnética, em casos mais complexos;
    • Laparoscopia, exame cirúrgico que permite visualizar e confirmar a doença.

    Tratamento

    O tratamento da endometriose pode começar mesmo antes de a doença ser confirmada por exames de imagem ou cirurgia. Isso acontece porque, muitas vezes, o diagnóstico é feito a partir dos sintomas apresentados pela mulher e de sua avaliação clínica.

    Quando existem sinais como cólicas menstruais muito fortes, dor pélvica persistente ou dor durante as relações sexuais, a equipe de saúde pode iniciar o tratamento para controlar os sintomas, aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida, enquanto a investigação continua.

    O tratamento pode ser:

    Medicamentoso: uso de medicamentos para controlar a dor e, em alguns casos, reduzir a ação dos hormônios envolvidos na doença.

    Cirúrgico: indicado em algumas situações para retirar as lesões de endometriose, especialmente quando os sintomas são intensos, há comprometimento de órgãos ou outras formas de tratamento não apresentam o resultado esperado.

    Medicamentoso e cirúrgico: em alguns casos, os dois tratamentos podem ser combinados.

    Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

    Quebra de Tabu

    Câncer feminino se combate com informação, não com silêncio.

    MARILENA GARCIA

    79 anos

    "Eu enfrentei o câncer de mama duas vezes. Uma caminhada de obstáculos e fé na vida."

    Marcela Ferraz

    39 anos

    Nunca imaginei que fosse passar por isso, mas vencer a vergonha salvou minha vida. Fazer o exame foi atitude de coragem, não de fraqueza.

    Marcela Ferraz

    39 anos

    Nunca imaginei que fosse passar por isso, mas vencer a vergonha salvou minha vida. Fazer o exame foi atitude de coragem, não de fraqueza.

    Mantenha-se informado

    Receba conteúdos, atualizações e iniciativas da campanha diretamente no seu e-mail. Informação confiável para acompanhar, participar e se engajar.

    Galeria

    Mulher por Inteiro

    Acompanhe os conteúdos da campanha e explore registros, vídeos e publicações que ampliam a mensagem do Mulher por Inteiro.

    Notícias

    Política Pública
    Mobilização

    27/07/2026

    Política Pública

    Saiba mais
    Núcleo de Pesquisa
    Mobilização

    27/07/2026

    Núcleo de Pesquisa

    Saiba mais
    92% da população mundial será afetada pelo câncer até 2050
    Câncer

    23/07/2026

    92% da população mundial será afetada pelo câncer até 2050

    Saiba mais
    NEWSLETTER · SIGA SEU CORAÇÃO
    Saúde do coração

    23/07/2026

    NEWSLETTER · SIGA SEU CORAÇÃO

    Saiba mais
    Insuficiência cardíaca: os sintomas que não devem ser ignorados
    Saúde do coração

    08/07/2026

    Insuficiência cardíaca: os sintomas que não devem ser ignorados

    Saiba mais
    Teste Categoria Doenças do coração
    Saúde do coração

    07/07/2026

    Teste Categoria Doenças do coração

    Saiba mais

    Investidores Sociais

    Organizações que viabilizam e fortalecem nossas iniciativas de impacto social.

    Apoiadores Sociais

    Instituições que apoiam e ampliam o alcance das nossas ações.

    Parceiros

    Organizações que atuam junto ao Instituto na construção e execução de projetos.

    Instituto

    Quem somos Como atuamos Notícias Imprensa Fale conosco

    Contribua

    Faça uma doação

    Transparência

    Código de ética Relatório de atividades Política de privacidade
    Mapa

    São Paulo
    Alameda Lorena, 800 – Cj 1305
    Jardim Paulista, CEP 01424-004, São Paulo – SP

    Brasília
    Condomínio Edifício Biarritz – Quadra SHN – Quadra 1,
    Bloco C, Area Especial A – Cj 1705
    Asa Norte, CEP 70701-030, Brasilia – DF

    ODS para as quais contribuímos

    Logo Instituto Lado a Lado pela Vida
    Instagram Youtube LinkedIn Tiktok Facebook

    Certificações,
    Afiliações & Premiações

    Todos os direitos reservados ao Instituto Lado a Lado Pela Vida @ 2026